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	<title>Hostnews &#187; mercado</title>
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	<description>Hosting Market</description>
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		<title>Open Stack, solução opensource para criar seu próprio Cloud Computing</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/open-stack-solucao-opensource-para-criar-seu-proprio-cloud-computing/</link>
		<comments>http://www.hostne.ws/artigos/open-stack-solucao-opensource-para-criar-seu-proprio-cloud-computing/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 12:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>

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		<description><![CDATA[Como toda manhã leio meus Feeds, e me deparei com uma ótima solução postada pelo Velhinho do site Ovelho.com, para todas as empresas que desejam criar suas soluções Cloud Computing. Vou postar o conteúdo de autoria do site Ovelho.com aqui abaixo no Hostnews: O pessoal do Rackspace, um dos maiores, senão o maior, provedor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como toda manhã leio meus Feeds, e me deparei com uma ótima solução postada pelo Velhinho do site <a href="http://www.ovelho.com"><strong>Ovelho.com</strong></a>, para todas as empresas que desejam criar suas soluções Cloud Computing. Vou postar o conteúdo de autoria do site Ovelho.com aqui abaixo no Hostnews:</p>
<p>O pessoal do <a href="http://www.rackspace.com/" target="_blank">Rackspace</a>,  um dos maiores, senão o maior, provedor de hospedagem do planeta, <a href="http://www.rackspace.com/information/mediacenter/release.php?id=8489" target="_blank">anunciou  esses dias</a> a iniciativa <a href="http://openstack.org/" target="_blank">Open Stack</a> que basicamente fornece um  software livre de código aberto para criar a sua própria  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud%20computing" target="_blank">nuvem</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.hostne.ws/wp-content/uploads/2010/07/OpenStack.jpg"><img class="size-medium wp-image-2477 aligncenter" title="OpenStack" src="http://www.hostne.ws/wp-content/uploads/2010/07/OpenStack-300x90.jpg" alt="" width="354" height="106" /></a></p>
<p>Isso quer dizer que se você é um serviço público, empresa ou mesmo um  indivíduo com poder de computação suficiente (ou seja, servidores web o  suficiente), agora você pode baixar este pacote de software e criar seu  próprio cluster, escalável, de computadores virtuais para rodar  aplicações baseadas na Web.</p>
<p>Isto significa dizer também que se você tiver o conhecimento técnico  adequado, você pode criar um serviço para rivalizar com  a <a href="http://aws.amazon.com/s3/" target="_blank">Amazon S3</a>, a  própria <a href="http://www.rackspacecloud.com/" target="_blank">Rackspace  Cloud</a>, ou a qualquer outro servidor de serviços em nuvem. O Open  Stack é um passo extraordinário. Primeiro, ele incentiva a inovação, a  padronização e, fundamentalmente, através da abertura do código-fonte,  que as pessoas contribuam com suas idéias em aplicações nas nuvens.</p>
<p>E quem <a href="http://nebula.nasa.gov/blog/2010/jul/nebula-technology-to-play-key-role-in-new-open-sou/" target="_blank">já  aderiu ao Open Stack</a> foi a <a href="http://www.nasa.gov/" target="_blank">NASA</a>, com o <a href="http://nebula.nasa.gov/" target="_blank">NASA Nebula</a> &#8211; a nuvem da NASA.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ovelho.com/content/criando-sua-própria-nuvem" target="_blank">OVelho.com</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2476&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Storage Dell Equallogic dissecado na KingHost</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/storage-dell-equallogic-dissecado-na-kinghost/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 13:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[A equipe da Kinghost, dissecou um Storage Dell Equallogic e postou as fotos em seu blog, eu sempre quis fazer isso com um &#8220;brinquedinho&#8221; desses. Leia o post no blog da Kinghost. Fonte: Blog Kinghost]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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</script>A equipe da Kinghost, dissecou um <a href="http://www1.la.dell.com/br/pt/corporativo/Armazenamento-de-dados/equallogic/ct.aspx?refid=equallogic&amp;cs=brbiz1&amp;s=biz" target="_blank">Storage Dell Equallogic</a> e postou as fotos em seu blog, eu sempre quis fazer isso com um &#8220;brinquedinho&#8221; desses.</p>
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<p>Leia o post no <a href="http://blog.kinghost.com.br/2010/07/storage-dell-equallogic-dissecado-na-kinghost/" target="_blank"><strong>blog</strong></a> da Kinghost.</p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.kinghost.com.br/2010/07/storage-dell-equallogic-dissecado-na-kinghost/" target="_blank">Blog Kinghost</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2461&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>&quot;A nuvem será mais importante que a Internet&quot;, afirma especialista</title>
		<link>http://www.hostne.ws/mercado/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/</link>
		<comments>http://www.hostne.ws/mercado/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 19:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>idgnow</dc:creator>
				<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7). Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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</script>“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University,  Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).</p>
<p>Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que  caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson  questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.</p>
<p>“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da Internet; como nos faltam a visão e a percepção  daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o  professor.</p>
<p>Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é  mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.</p>
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<p><strong>Nuvem e democracia?</strong></p>
<p>A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível  somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens  será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela  Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de  investir em equipamento.</p>
<p>Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à  aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.</p>
<p>Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na  nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa  foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.</p>
<p>De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos  móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.</p>
<p><strong>Nuvem e ventos</strong></p>
<p>Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos  afastam da nuvem”, diz.</p>
<p>Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários  e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens  “parcialmente “abertas.</p>
<p>“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.</p>
<p>Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao  combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio &#8211;  tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.</p>
<p><strong>Internet e sociedade</strong></p>
<p>Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na  inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.</p>
<p>Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas  preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural.  A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na  tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann  afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da  web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de  Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais  extrovertidas ou mais tímidas.</p>
<p><strong>Quem quer privacidade?</strong></p>
<p>Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De  acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do  instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes  sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à  pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais  precisos, o que deve inibir a prática.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/13/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/" target="_blank">IGDNow</a></p>
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		<title>Locaweb é Top of Mind em Serviços de Internet no Brasil</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/locaweb-e-top-of-mind-em-servicos-de-internet-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 16:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
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		<category><![CDATA[locaweb]]></category>
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		<description><![CDATA[A Locaweb foi apontada Tof of Mind entre as empresas que prestam Serviços de Internet no Brasil pelo segundo ano consecutivo conforme pesquisa realizada pela Enfoque Pesquisa de Marketing em fevereiro de 2010. Fomos a primeira marca mencionada por 29% dos entrevistados da pesquisa, treze pontos percentuais a mais que o segundo colocado. A Locaweb [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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</script>A <strong>Locaweb</strong> foi apontada<a href="http://www.topofmind.com/" target="_blank"> Tof of Mind</a> entre as empresas  que prestam Serviços de Internet no Brasil pelo segundo ano consecutivo  conforme pesquisa realizada pela <a href="http://www.revistaenfoque.com.br/" target="_blank">Enfoque</a> Pesquisa de Marketing em  fevereiro de 2010.</p>
<p>Fomos a primeira marca mencionada por 29% dos entrevistados da  pesquisa, treze pontos percentuais a mais que o segundo colocado. A  Locaweb também é a companhia mais utilizada e a mais recomendada do seu  segmento, com 23% e 29% das menções dos entrevistados, respectivamente.</p>
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<p>Foram realizadas 459 entrevistas com empresas de diversos portes e  áreas de atuação, sendo entrevistadas apenas pessoas que efetivamente  participam da decisão de escolha dos fornecedores de serviços de  Internet, tais como hospedagem de sites, e-mail, infraestrutura para  comércio eletrônico, PABX virtual, servidores dedicados, revenda de  hospedagem, outsourcing de infraestrutura de TI e Cloud Computing.</p>
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		<item>
		<title>Internet ultrapassa 193 milhões de domínios registrados</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/internet-ultrapassa-193-milhoes-de-dominios-registrados/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 14:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[domínios]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com o Dossiê sobre a Indústria de Domínios na Internet publicado pela VeriSign, a internet cresceu em mais um milhão de nomes de domínios no primeiro trimestre de 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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</script>No primeiro trimestre de 2010, foi registrada uma base de 193 milhões de  nomes de domínios entre todos os Nomes de Domínios de Primeiro Nível  (TLDs). O crescimento foi de 6% em relação ao primeiro trimestre de  2009.</p>
<p>A base total de nomes de domínios .com e .net cresceu para  99,3 milhões de domínios registrados no primeiro trimestre de 2010. Em  média, foram adicionados cerca de 2,7 milhões de novos registros de  domínio por mês no período.</p>
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</script></p>
<p>Na América Latina, o crescimento da  base de domínios .com e .net registrados foi de 9,8% no primeiro  trimestre de 2010 em comparação com o mesmo trimestre de 2009.  Atualmente, os países latinoamericanos possuem uma base de mais de 2  milhões de nomes de domínios .com e .net registrados.</p>
<p>Em escala  mundial, o relatório também trouxe alguns dados: na Europa, a  porcentagem de compradores online cresceu em 85% entre 2004 e 2009; os  países que lideram mundialmente o setor de compras, vendas e negócios  online são Dinamarca, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos; e o país com  o maior percentual de cidadãos adultos que compraram online é o Japão,  com 52%.</p>
<p>O dossiê pode ser obtido na íntegra <a href="https://www.verisign.com.br/domain-name-services/domain-information-center/industry-brief/index.html">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/17436" target="_blank">iMasters</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2443&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O iceberg &#8211; custos ocultos de uma infraestrutura</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/o-iceberg-custos-ocultos-de-uma-infraestrutura/</link>
		<comments>http://www.hostne.ws/artigos/o-iceberg-custos-ocultos-de-uma-infraestrutura/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 03:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
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		<category><![CDATA[locaweb]]></category>

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		<description><![CDATA[A terceirização de infraestrutura está em evidência este ano, diante da adesão e da popularidade do conceito de Cloud Computing. O Outsourcing está consolidado entre as grandes corporações e, com o Cloud, começa agora a chamar a atenção de médias e pequenas empresas. Segundo pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers (PwC) no Brasil, a terceirização está em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terceirização de infraestrutura está em evidência este ano, diante  da adesão e da popularidade do conceito de Cloud Computing. O  Outsourcing está consolidado entre as grandes corporações e, com o  Cloud, começa agora a chamar a atenção de médias e pequenas empresas.  Segundo pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers (PwC) no Brasil, a  terceirização está em primeiro lugar na lista de prioridades de 90% dos  CIOs consultados.</p>
<p>O surgimento desse conceito ficará marcado  na história de TI, assim como o auge das (.com) que enfrentamos em  meados de 2000, que também fortaleceu o uso da internet.</p>
<p>Para os  gestores de TI, as negociações com os representantes desse novo mercado  têm servido como um exercício de reforço sobre os diferenciais que o  uso de um data center externo traz em relação à manutenção de uma  infraestrutura interna.<br />
E é um exercício que vale a pena ser feito. Não tem sido raro  ouvir no mercado argumentos comparando o valor mensal de um contrato de  terceirização com o custo de aquisição de um novo servidor &#8211; e a  lembrança de que este último pode ser parcelado em até dez vezes sem  juros. Não é bem assim, mas é preciso ter claro onde está o equívoco,  mostrar a essas empresas que o custo de aquisição do equipamento é  apenas a ponta do iceberg e lembrá-las que, por trás do servidor, há  muito mais custos envolvidos.</p>
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<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2436 aligncenter" title="Custos do Datacenter" src="http://www.hostne.ws/wp-content/uploads/2010/07/image003.jpg" alt="" width="523" height="304" /></p>
<p>Organizar uma lista dos custos envolvidos em uma infraestrutura de TI  pode ser uma forma eficaz de pontuar para onde vai o dinheiro investido.  Há alguns itens que precisam ser lembrados, como:</p>
<p><strong>Espaço  físico</strong> &#8211; dentro da empresa, o servidor &#8211; ou o parque de  servidores &#8211; ocupa um espaço que poderia ser dedicado a atividades  diretamente relacionadas ao negócio. Se a empresa está crescendo, esse  espaço poderia ser ocupado por mais funcionários, ou por um estoque  maior, ou por novas instalações. Quantas empresas sabem o custo disso?</p>
<p><strong>Energia  elétrica e climatização</strong> &#8211; aqui estão dois vilões das  estruturas de TI e que precisam ser considerados no momento de escolher  entre terceirizar ou não. De acordo com a consultoria IDC, os custos com  energia e refrigeração em breve devem se tornar os mais altos em  relação à operação de servidores. A IDC calcula que os custos  relacionados a hardware cresceram 8% nos últimos cinco anos, enquanto os  gastos com energia e refrigeração mais que dobraram.</p>
<p><strong>Conectividade</strong> &#8211; com a internet onipresente na vida de todas as empresas, a equação  sobre custos ganha uma nova variável a ser considerada: mais servidores  em operação significam mais necessidade de banda. Na prática, quer dizer  que a compra de novos servidores, sem a equivalente adição de banda,  pode tornar todos os aplicativos da companhia mais lentos, reduzindo a  produtividade.</p>
<p><strong>Arquitetura de rede</strong> &#8211; embora os  fabricantes estejam se esforçando para produzir equipamentos cada vez  mais simples, servidores corporativos ainda não são 100% <em>plug &amp;  play</em>. A instalação de um novo equipamento exige mudanças complexas  na arquitetura da rede, e isso toma horas de profissionais  especializados.</p>
<p><strong>Segurança física e lógica</strong> &#8211;  outro custo &#8220;escondido&#8221; nas estruturas de TI. O aumento do parque de TI  exige a ampliação do uso de melhores práticas, tanto no que diz respeito  à segurança física &#8211; como blindagem e segurança patrimonial, por  exemplo -, quanto no que se refere à segurança lógica com a compra de  equipamentos de firewall, contemplando recursos de IPS e IDS.</p>
<p><strong>Licenças  de software</strong> &#8211; a aquisição de novos servidores, na maior parte  das vezes, vem acompanhada de novas licenças de software, e isso deve  ser computado. É preciso lembrar que, se a demanda aumenta &#8211; com mais  usuários, por exemplo -, também cresce a necessidade de disponibilização  de aplicativos para o novo contingente.</p>
<p><strong>Gerenciamento e  monitoramento</strong> &#8211; ampliar o parque interno de servidores  significa, também, contar com uma estrutura maior para gerenciar e  monitorar essas máquinas. Isso pode se traduzir em mais software, mais  infraestrutura e, principalmente, mais recursos humanos.</p>
<p>Colocar  tudo isso na ponta do lápis não garante que a opção pela terceirização  será mais barata. Isso vai depender do tamanho da estrutura a ser  substituída, dos aplicativos a serem usados, da conectividade exigida e  outros tantos fatores. Mas com certeza vai garantir que a comparação  seja justa, dando à empresa parâmetros reais para fazer a melhor  escolha.</p>
<p>Fonte: <a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/17439/tecnologia/o_iceberg_custos_ocultos_de_uma_infraestrutura/" target="_blank">iMasters</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2433&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Sites mais rápidos atraem maior público</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aqui esta a notícia que mostra a verdadeira importância de se hospedar o seu site em uma BOA empresa de hospedagem de sites, acredite, se o seu site for lento você esta perdendo visitas e possíveis negócios.]]></description>
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</script>A velocidade da resposta de websites é um fator fundamental para a  usabilidade. Muitos designers e desenvolvedores acreditam que elementos  visuais como layout, gráficos ou fontes determinam a usabilidade. Porém a  velocidade efetiva de resposta de um site é essencial para determinar a  qualidade da experiência do usuário.</p>
<p>Além disso, o mecanismo de busca do Google usa desempenhos de  sites para determinar a posição em que ele aparecerá em resultados de  pesquisas. Sites mais rápidos terão melhor visibilidade. Portanto,  investir em melhorias de desempenho aumentará os benefícios para os  proprietários do site.</p>
<p>O que os usuários esperam em termos de desempenho de um site?</p>
<p>Passageiros de um ônibus não se preocupam com a marca do  combustível que o veículo usa nem com o tamanho do motor, apesar de  estes elementos terem um importante impacto na duração da viagem.  Semelhantemente, na web, os internautas não querem saber se o conteúdo  da página é originado de um questionário do sistema de gerenciamento de  base de dados ralacional dinâmica (RDBMS) que inclui uma intersecção de  cinco pontos ou se o conteúdo é resultado de um arquivo plano estático.</p>
<p>As expectativas dos usuários variam de um site a outro,  baseadas em fatores como:</p>
<p>• O valor do conteúdo do site e da interação que ele oferece</p>
<p>• O número de concorrentes ou sites alternativos que oferecem  conteúdo ou serviços similares</p>
<p>• A etapa no fluxo de trabalho do usuário ou a sequência de  interação com múltiplas etapas (algumas sequências tem pontos de pausa  naturais conforme o usuário absorve o material, enquanto outras etapas  existem para transições rápidas)</p>
<p>Considere o exemplo hipotético de um site que advinha os  números sorteados na loteria da próxima semana. Neste cenário, os  internautas tranquilamente esperariam uma hora para a página se  carregar. Entretanto, em um contexto em que o internauta visa uma  transação simples, principalmente no caso de haver alternativas da  concorrência (como reservar um quarto de hotel ou comprar um livro), as  expectativas em relação à velocidade de resposta do site são muito menos  complacentes. É muito mais provável que um usuário abandone o site  depois de quatro ou cinco segundos se a página não se carrega  completamente ou se o layout é confuso.</p>
<p>Quanto tempo uma página pode demorar para se carregar?</p>
<p>Variantes desta pergunta incluem:</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página de login?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma tela que carrega dados de um sistema  remoto?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página de redirecionamento a base de  dados?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página principal (a primeira página  que o visitante vê)?</p>
<p>A resposta para todas essas perguntas é “o mais rápido  possível”.</p>
<p>Fatores diversos como layout, estrutura do site, fontes e  gráficos afetam a usabilidade e a eficácia de um site, mas o único fator  essencial é a velocidade de resposta que um site oferece.  Com todas as  características equitativas, um sistema mais rápido será mais eficaz e  oferecerá um maior nível de usabilidade. Isso está baseado em fatores  humanos como curtos períodos de atenção e processamento visual de  informação. Um atraso de mais de um segundo interromperá a sequência do  pensamento, já que a atenção do usuário se deslocará para outros  assuntos, como e-mail, café ou conversas paralelas. É possível que isso  aconteça sem que o usuário se dê conta da sua distração. Os usuários  podem não ser capazes de explicar porque preferem um site a outro, mas o  mais provável é que a causa seja a diferença de velocidade de  respostas.</p>
<p>Por exemplo, sites bem sucedidos no altamente competitivo  mercado de mecanismos de busca são aqueles que carregam páginas mais  rapidamente – sites como Yahoo! e Google. No final dos anos 1990, quando  havia vários sites de pesquisa, como Lycos, Excite, AltaVista, Magellan  e Snap, que evoluíam para portais de consumo, esses sites tentavam se  diferenciar usando ferramentas e design extremamente pesados. Contudo, o  único que obteve sucesso foi o Yahoo!. Ele era o site mais plano, mas  também o mais simples e rápido. Posteriormente, o Google surgiu na  liderança, devido em parte ao design, que era ainda mais simples, e aos  tempos de resposta mais rápidos.</p>
<p>Mais recentemente, sites de comércio eletrônico confirmaram  que quanto mais rápidos são, mais receita geram. Diferenças de  velocidade se relacionam com as expectativas e percepções dos usuários.  Os usuários avaliam sites comparando as alternativas disponíveis.  Gerentes de sites devem identificar concorrentes. Alguns usuários (que  usam aplicações corporativas internas, por exemplo), são “cativos, sem  opção. Outros usuários gostam de poder escolher e levam em conta  características implícitas de baixo custo em termos de tempo e alto  valor em termos de conteúdo.</p>
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<p><strong>Quais princípios de desempenho são definidos pelos 100  melhores sites?</strong></p>
<p>Mecanismos de busca como o Google, que atua em um setor  altamente competitivo, tem princípios de tempo de resposta de 400  milisegundos entre o momento em que uma solicitação chega ao data center  e o momento em que os resultados saem do data center. (O que acontece  fora do data center, na internet aberta, também é importante para o  usuário, mas não pode ser controlado diretamente pelo Google).</p>
<p>O princípio dos 400 milisegundos deriva da época do AltaVista,  na década de 1990. O mecanismo de busca ocupou uma posição de liderança  no mercado por causa da qualidade dos seus resultados de busca e pela  sua rápida resposta. No caso do Google, a página de resultados pode não  ser plana, mas por trás disso existe o software e o sistema de “ciência  do foguete”. Durante 400 milisegundos, os dados são reunidos a partir de  300 subsistemas diferentes para organizar dinamicamente a página de  pesquisa e resposta. Implementar esse nível de resposta rápida exige  inovações em arquitetura de sistema, disciplina e rigor de execução.</p>
<p>Em certos contextos, o Gartner chama esta de necessidade de  processamento extremo de transação (XTP). Para chegar a este nível de  desempenho, aplicações comerciais online, redes sociais e  empreendimentos de software como serviço usam amplamente a rede de  arquiteturas e tecnologias in-memory, como plataformas de cachês  distribuídas (incluindo memcached, ehcache, Terracotta e Oracle  Coherence), para melhorar o desempenho de acesso ao sistema de  gerenciamento de base de dados (DBMS). Alguns fornecedores, como a IBM e  a Virident, oferecem este tipo de tecnologia na forma de aplicações.</p>
<p><strong>Qual é o tempo de latência esperado entre o servidor  web e o navegador do usuário final?</strong></p>
<p>O desafio aqui é que o tempo gasto na nuvem da web varia muito  e depende de fatores como geografia, topologia da rede e localização do  data center. Além do tempo na nuvem, existem outros fatores que afetam a  latência de um ponto ao outro, incluindo o hardware do usuário, a  conectividade disponível e a escolha do navegador. A maioria desses  fatores está fora do controle do operador do site.</p>
<p>A maioria dos sites que oferecem uma resposta rápida foca na  parte do canal de processamento de dados entregue pela web que pode ser  controlado: o tempo transcorrido entre o momento em que a solicitação  chega ao data center e o momento em que a página de resultados deixa o  data center para chegar ao usuário. Sites sofisticados usam um princípio  interno de 400 milisegundos. Dependendo do usuário e da sua  conectividade, isso pode resultar em um tempo de espera pela exibição da  página de resultados de dois ou três segundos.</p>
<p>Existem diversas causas de latência, potencialmente em todo  estágio do canal de processamento de dados que conecta o navegador do  usuário com os servidores no data center. Os culpados mais comuns  incluem o DBMS, a conexão para sistemas back-end, o servidor de  aplicação e o script. O DBMS pode sofrer o peso dos complexos de dados  com pontos de intersecção e índex. O sistema pode também estar acessando  uma aplicação back-end como a da SAP ou um sistema de estrutura herdada  por meio de uma trança de mensagem ou de um barramento de serviço  corporativo, ou até por meio de uma ferramenta de gerenciamento de  processo corporativo (BPM).</p>
<p>O tempo de permanência da nuvem contribui majoritariamente com  a latência, e o número de solicitações em cada página (relacionado com o  número de elementos em cada página) pode aumentar esse intervalo.  Muitos sites tentam controlar aspectos do canal de processamento de  dados da latência empurrando o processamento e o conteúdo para mais  perto do usuário via data centers distribuídos em diversas regiões  geográficas ou usando redes de entrega de conteúdo (CDNs) que empurram  esse conteúdo ao provedor de serviços de internet local.</p>
<p><strong>Como sites com desempenhos insatisfatórios podem  reduzir a latência?</strong></p>
<p>Na ausência de dados objetivos para cada estágio do canal de  processamento de dados, a intuição de um desenvolvedor costuma se  equivocar ao detectar a causa da lentidão do desempenho. Faça um  diagnóstico e elabore um perfil para cada estágio. Uma ferramenta útil  para analisar o que acontece no cliente é o Yahoo! YSlow, e seu  descendente, o Google Page Speed. Essas ferramentas podem mostrar, por  exemplo, que mover uma instrução de JavaScript do topo do arquivo até  embaixo permite que o navegador exiba o conteúdo da página conforme  surge pelo fluxo de http, em vez de ficar bloqueado enquanto espera que  todos os elementos sejam transferidos.</p>
<p>Utilizar eficazmente os dados apresentados por essas  ferramentas exige uma certa compreensão de tecnologia web, servidores,  protocolos, navegadores e desenvolvimento de aplicações online. Existem  alguns fornecedores orientados a corporações, como a Strangeloop, que  fazem otimização de desempenho automática por meio de um mecanismo de  aceleração colocado na frente do servidor web.</p>
<p>Muitos sites corporativos não dispõem dos recursos (pessoas,  ferramentas e conhecimento) para implantar tempo de resposta de  subsegundos. Felizmente, sempre há maneiras de compensar a longa  latência. Frequentemente, o importante não é a velocidade, mas a  percepção da velocidade, combinada com a percepção do valor. Uma técnica  simples, como o uso do indicador de progresso, pode reduzir a percepção  de latência e aumentar o valor. Por exemplo, no site da Expedia, quando  um usuário especifica a data e a destinação, o site exibe uma barra  indicadora do progresso (além de uma confirmação visual da solicitação),  acompanhada de uma mensagem afirmando que o site está procurando em  milhões de registros a melhor oferta para o cliente.</p>
<p>Uma técnica que os desenvolvedores podem usar para reduzir a  latência associada com o acesso de bases de dados back-end e aplicações é  organizar em camadas uma plataforma de distribuição de cache na frente  dos sistemas back-end. Esses são dados que podem ser transferidos de  sistemas back-end para a memória central de um servidor intermediário  entre a aplicação web e os pontos de origem. Um cliente do Gartner  reportou que foi capaz de diminuir o número de transações que chegavam  ao ponto de origem em até 65%, dependendo do tipo da transação. Existem  várias outras técnicas, fornecedores e produtos que podem auxiliar, mas  esses sistemas costumam exigir habilidades técnicas avançadas para uma  implantação adequada.</p>
<p><strong>Qual o papel que a Ajax e tecnologias de aplicações de  internet sofisticadas desempenham na melhora do tempo de resposta?</strong></p>
<p>Embora técnicas próprias como a Ajax e outros processamentos  de ciclo local possam melhorar a receptividade de uma aplicação, em  várias situações, o uso extensivo de tecnologias como Flash, Java e  ActiveX reduz a latência de interações únicas, com o custo de um tempo  de carregamento da página inicial maior.</p>
<p>Por exemplo, o Gmail, do Google, deve começar carregando 200  kilobytes de códigos JavaScript antes de que o usuário veja qualquer  conteúdo. Da mesma forma, algumas tecnologias de aplicações online  sofisticadas (RIA) começam carregando um enorme arquivo Flash SWF. Esse  “carregamento inicial” de latência pode ser aceitável em alguns  cenários, mas não em todos. Não faz sentido adicionar cinco segundos ao  carregamento da página inicial se haverá apenas um clique de interação  com a página antes de o usuário ir para uma seguinte.</p>
<p>Programadores e desenvolvedores podem também tirar vantagem do  comportamento humano. Há momentos em que uma pausa é natural na  interação do usuário – quando o usuário para analisar o conteúdo e  talvez pense nos possíveis resultados. Esses são momentos quando a  latência pode ocorrer. Por exemplo, quando um usuário está vendo um  álbum de fotos do Facebook, navegando de uma a outra foto, o site já  carrega a foto seguinte enquanto o usuário está visualizando a atual.</p>
<p>Como a maioria das respostas para dúvidas de design, há  utilidade em diretrizes gerais e melhores práticas, mas a resposta mais  eficaz se baseia em informações objetivas sobre o comportamento do  internauta no site em questão.</p>
<p><strong>Qual o papel do processo de design centrado no usuário  em relação ao desempenho?</strong></p>
<p>Apesar de a velocidade compensar deficiências no design da  página, principalmente porque o mantém o usuário entretido, isso só  funciona se o site atinge um nível mínimo de usabilidade. Se o usuário  tem que parar e pensar, para entender como deve navegar no site, os  efeitos benéficos da velocidade são anulados.</p>
<p>Um processo de design centrado no usuário ou orientado à  usabilidade é essencial para permitir que o design do site evolua  constantemente, baseado em dados sobre o comportamento dos usuários,  assim como em testes de usabilidade e avaliações de eficácia.</p>
<p>Desenvolvedores e programadores podem aplicar processos  centrados no usuário em técnicas para reduzir a latência inevitável.  Programadores devem aplicar essas técnicas no contexto de uma  metodologia baseada em constatações empíricas que usam medidas, não  opinião, para orientar decisões sobre o tipo de conteúdo intersticial.  Testes podem fornecer ajuda significativa nestes casos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/corporate/como-o-design-dos-site-pode-atrair-publico-05072010-21.shl" target="_blank">Info Abril</a></p>
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		<title>Dell anuncia reforços em sua infra-estrutura de cloud computing</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/dell-anuncia-reforcos-em-sua-infra-estrutura-de-cloud-computing-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 21:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Soluções incluem consultoria, instalação e suporte às empresas que incorporam a computação nas nuvens.]]></description>
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</script><br />
A Dell apresentou na última quinta-feira (01/7), novas soluções para o mercado da computação em nuvem, direcionado a clientes que querem instalar grandes data-centers, a custos mais acessíveis.  Entre eles está o Serviços em Nuvem da Dell, que incluem consultoria, instalação e suporte às empresas que adotam o cloud computing.</p>
<p>Segundo Henrique Sei, diretor de marketing e produtos da Dell, o mundo agora vive a chamada “era virtual”. De acordo com o executivo, “todos interagem com a tecnologia de um novo modo, o que modifica consideravelmente a utilização e a compra de equipamentos e softwares”.</p>
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<p>Dentro dessa estratégia, a empresa defende um sistema híbrido de nuvem, com a administração de infra-estruturas privadas e públicas, baseados em plataformas abertas.</p>
<p>As novas soluções oferecidas pela empresa incluem serviços, softwares e equipamentos de hardware pré-testados, pré-montados e 100% suportados, capacitando montadores de sistemas em nuvem – tanto públicos, como privados – a instalar e gerir infra-estruturas de computação cloud.</p>
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		<item>
		<title>Internet passou a ser principal canal de atendimento bancário em 2009</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/internet-passou-a-ser-principal-canal-de-atendimento-bancario-em-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 19:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<category><![CDATA[datacenter]]></category>
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		<description><![CDATA[No ano passado, internet ultrapassou terminais de autoatendimento.
Informações foram divulgadas nesta segunda-feira pelo Banco Central.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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</script><br />
A internet passou a ser, em 2009, o canal de atendimento bancário mais  utilizado pela população brasileira. No ano passado, foram iniciadas  pela internet 31% das transações bancárias, ultrapassando pela primeira  vez os terminais de autoatendimento (ATM), informou nesta segunda-feira  (5) o Banco Central, por meio do Anuário Estatístico sobre o sistema de  pagamentos.</p>
<p>Dados do BC mostram que houve um forte crescimento no número de  usuários que utilizam o chamado &#8220;acesso remoto&#8221; aos seus dados. Em 2008,  pouco mais de 30 milhões de pessoas utilizavam a internet em suas  transações bancárias, volume que subiu para quase 50 milhões de usuários  no ano passado.</p>
<p>Ao todo, foram realizadas 8,41 bilhões de transações via internet em  2009, com crescimento de 15,6% sobre o ano anterior (7,27 bilhões de  operações). O serviço mais utilizado pelos correntistas, pela internet,  em 2009, foi o de consultas a saldos e extratos bancário &#8211; que concentou  40% das operações.</p>
<p>O pagamento de bloquetos de cobranças, e de convênios, por sua vez,  atingiu 9,4% das operações realizadas no ano passado, enquanto que as  transferências de crédito responderam por 8,2% das transações de 2009.  Outras operações totalizaram 42,5%, de acordo com o Banco Central.</p>
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<p>Apesar de perder a liderança para a internet, os terminais de  autoatendimento também continuaram crescendo no ano passado. Em 2009, o  número total de terminais somou 165,56 mil,  4,5% a mais do que os  158,41 mil registrados no fim do ano anterior. O número de transações  subiu de 7,95 bilhões, em 2008, para 8,19 bilhões no ano passado.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/07/internet-passou-ser-principal-canal-de-atendimento-bancario-em-2009.html" target="_blank">G1 Globo.com</a></p>
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		<item>
		<title>Morre Mohammed Fadlallah, líder xiita &#8211; Correio Braziliense</title>
		<link>http://www.hostne.ws/mercado/morre-mohammed-fadlallah-lider-xiita-correio-braziliense/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 17:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>autopost</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[streaming]]></category>

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		<description><![CDATA[Correio Braziliense Morre Mohammed Fadlallah, líder xiitaCorreio BrazilienseA comunidade muçulmana xiita, a maior entre as que formam o instável mosaico político-religioso do Líbano, fechou-se ontem em luto pela perda de seu principal expoente teológico, o grão-aiatolá Mohammed Hussein Fadlallah. Associado no Ocidente ao &#8230;Morre o guia espiritual do movimento HezbollahO GloboLíbano: morre suposto fundador do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<table border="0" cellpadding="2" cellspacing="7">
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<td width="80" align="center" valign="top"><a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&amp;fd=R&amp;usg=AFQjCNEKkKrHDq6GNySM6yL-S_Xb4R_O0A&amp;url=http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/05/mundo,i%3D200832/MORRE%2BMOHAMMED%2BFADLALLAH%2BLIDER%2BXIITA.shtml"><img src="http://www.hostne.ws/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/eff41_0.jpg" alt="" border="1" width="56" height="80" /><br />Correio Braziliense</a></td>
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<div><img alt="" height="1" width="1" /></div>
<div><a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&amp;fd=R&amp;usg=AFQjCNEKkKrHDq6GNySM6yL-S_Xb4R_O0A&amp;url=http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/05/mundo,i%3D200832/MORRE%2BMOHAMMED%2BFADLALLAH%2BLIDER%2BXIITA.shtml"><b>Morre Mohammed Fadlallah, líder xiita</b></a><br /><b>Correio Braziliense</b><br />A comunidade muçulmana xiita, a maior entre as que formam o instável mosaico político-religioso do Líbano, fechou-se ontem em luto pela perda de seu principal expoente teológico, o grão-aiatolá Mohammed Hussein Fadlallah. Associado no Ocidente ao <b>&#8230;</b><br /><a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&amp;fd=R&amp;usg=AFQjCNHNnfPygSnw_u1TXSur8v_LL0ZkPw&amp;url=http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/07/04/morre-guia-espiritual-do-movimento-hezbollah-917059010.asp">Morre o guia espiritual do movimento Hezbollah</a>O Globo<br /><a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&amp;fd=R&amp;usg=AFQjCNEQnU6DtR1i6NqCl2afse_za1HwFw&amp;url=http://www.sidneyrezende.com/noticia/93172%2Blibano%2Bmorre%2Bsuposto%2Bfundador%2Bdo%2Bgrupo%2Bhezbollah">Líbano: morre suposto fundador do grupo Hezbollah</a>SRZD<br /><a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&amp;fd=R&amp;usg=AFQjCNExE6ej5eeD0apVC-RHxwq7smNT4Q&amp;url=http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100705/not_imp576393,0.php">&#039;Guia espiritual&#039; do Hezbollah morre no Líbano aos 74 anos</a>Estadão<br /><a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&amp;fd=R&amp;usg=AFQjCNFgQub-kx_BiNyzohEdBsHiYacQew&amp;url=http://aeiou.expresso.pt/morreu-hussein-fadlallah-o-guia-espiritual-do-hezbollah%3Df592130">Expresso</a>&nbsp;-<a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&amp;fd=R&amp;usg=AFQjCNGYtWyNDWeVI3pnqbMcM2uyX4OVRg&amp;url=http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hqwMWExEVba34XMuYrcYJKr2yrhw">AFP</a>&nbsp;-<a href="http://news.google.com/news/url?sa=t&amp;fd=R&amp;usg=AFQjCNFvRaY1K1cijgi-7_5m4T3LZtiFEw&amp;url=http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria%3D2%26id_noticia%3D333013">DCI</a><br /><a href="http://news.google.com.br/news/story?pz=1&amp;ned=pt-BR_br&amp;hl=pt&amp;topic=h&amp;num=3&amp;ncl=dI6kLv1X29ziKWMJ65yYAc1T5Qd7M"><b>todos os 88 artigos&nbsp;&raquo;</b></a></div>
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