Meados de 2008. Em uma lousa, os profissionais da Azul Linhas Aéreas desenhavam a tecnologia que ajudaria a companhia a decolar em dezembro daquele ano. Durante o período de definição da infraestrutura, duas opções vieram à pauta: montar um data center próprio para atender aos períodos normais e adotar computação em nuvem para suportar os picos ou superdimensionar o equipamento para os momentos de forte demanda (e consequente ociosidade em tempos amenos). “Vamos para cloud computing”, pensou o gerente-geral de TI da empresa, Kleber Linhares, apontando a escolha como alternativa mais sensata para reduzir o investimento inicial e assegurar o processamento necessário.


Deixe uma resposta