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Exército dos EUA suspende servidores e compra planos de nuvem

seg, jul 19, 2010

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O CIO das forças armadas dos Estados Unidos, Gen. Jeffrey Sorenson,  impôs uma moratória na compra de servidores para operações do Exército. Uma ação contra a proliferação de servidores físicos com proposta única, enquanto o exército começa a consolidar data center e a criar nuvens de computação em data centers selecionados. Sorenson emitiu um memorando anunciando a moratória no mês passado. “Queremos revisar todas as compras de servidor” antes de serem realizadas, disse Michael Krieger, subCIO das forças armadas. Krieger discutiu sobre os planos para o data center do exército com a InformationWeek EUA, recentemente, em Washington, D.C.

Com 1,4 milhão de usuários e um orçamento de TI de, aproximadamente, US$ 10 bilhões, o exército tem uma das maiores áreas de TI do mundo. A restrição na compra de servidores veio por causa do ressurgimento das vendas de servidores para os negócios, com o envio de servidores 23% mais alto no primeiro semestre em comparação com o ano anterior, de acordo com a IDC.

O exército quer exercer controle sobre a implementação de servidores enquanto se prepara para consolidar data center e, durante o processo, converter data centers designados em ambientes de computação em nuvem que oferecem serviços compartilhados por todas as operações. O exército, que tem mais de 200 data centers, está nos primeiros estágios de implementação dessa estratégia, com fundos designados à consolidação de data center em seus planos de orçamento iniciando no ano fiscal de 2012, disse Krieger.

A ação é consistente com a política da administração de Obama, que requer que as agências federais desenvolvam planos de consolidação e encorajem o uso da computação em nuvem como uma forma potencialmente mais barata e mais eficaz de fornecer serviços de TI para os funcionários do governo.

A primeira fase da iniciativa de consolidação de data center do exército envolve relocalizar data centers de Fort Belvoir (no estado da Virginia) e o U.S. Army Forces Command (na Georgia) para o Redstone Arsenal (no Alabama) e Fort Bragg (Carolina do Norte).
Como parte dessa estratégia, o exército está consolidando aplicativos e virtualizando servidores. O Army Material Command, que oferece tecnologia e outros recursos às unidades do exército, já reduziu o número de aplicativos disponíveis, de 200 para 90, por exemplo.

Devido às exigências de segurança de TI, o exército está mais interessado em nuvens privadas. E-mail e serviços de suporte corporativo são outros serviços em nuvem potenciais, disse Krieger.

O exército também pretende explorar os serviços em nuvem disponibilizados pela DISA [Defense Information Systems Agency]. Um destes serviços já é usado pelo exército, o Defense Connect, uma versão do software de colaboração Acrobat Connect, da Abode, gerenciado pela DISA. O exército também usa o Rapid Access Computing Environment, da DISA, e o site de desenvolvimento Forge.mil para suportar seu recém lançado concurso de desenvolvimento “Apps for the Army”.

Recrutas do exército usam o serviço de CRM da Salesforce.com para gerenciar as informações de contato de recrutas em potencial, mas Krieger disse que o exército está relutante em armazenar informações pessoais de seus funcionários fora se seu firewall. “Eu não acho que estamos prontos para a nuvem publica”, disse. “O problema com a nuvem pública é a segurança dos dados.”

Algumas áreas das forças armadas – como inteligência e comando de batalha, por exemplo – já tem ambientes em nuvem disponíveis para usuários autorizados. A maior oportunidade, disse Krieger, está nos serviços oferecidos com maior amplitude, que ele chamou de “exército em escala”.

Fonte: ITWeb


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