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		<title>João Junior assume a gerência geral da netRevenda.com</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 17:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje fiquei sabendo que meu amigo João Jr, mais conhecido como Jonny, assumiu a Gerência Geral da netRevenda.com. Parabéns ao Vicente e ao Diego pela ótima contratação. http://blog.netrevenda.com/2011/01/04/joao-jr-assume-a-gerencia-geral/]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Hoje fiquei sabendo que meu amigo João Jr, mais conhecido como Jonny, assumiu a Gerência Geral da <a href="http://www.netrevenda.com" target="_blank">netRevenda.com</a>.</p>
<p>Parabéns ao Vicente e ao Diego pela ótima contratação.</p>
<p><strong><a href="http://blog.netrevenda.com/2011/01/04/joao-jr-assume-a-gerencia-geral/" target="_blank">http://blog.netrevenda.com/2011/01/04/joao-jr-assume-a-gerencia-geral/</a></strong></p>
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		<title>Cinco lições surpreendentes sobre a cloud computing</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 09:33:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[2010 foi o ano em que a &#8220;computação na nuvem&#8221; (cloud computing) se tornou apenas “nuvem” (cloud), e todos perceberam que “nuvem”, “SaaS” e todos os outros XaaS (PAAS, IAAS, DAAS) eram implementações diferentes da mesma ideia – um conjunto de serviços de computação disponíveis online que se podem expandir ou contrair de acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/cinco-licoes-surpreendentes-sobre-a-cloud-computing/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/cinco-licoes-surpreendentes-sobre-a-cloud-computing/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>2010 foi o ano em que a &#8220;computação na nuvem&#8221; (cloud computing) se  tornou apenas “nuvem” (cloud), e todos perceberam que “nuvem”, “SaaS” e  todos os outros XaaS (PAAS, IAAS, DAAS) eram implementações diferentes  da mesma ideia – um conjunto de serviços de computação disponíveis  online que se podem expandir ou contrair de acordo com as necessidades.</p>
<p><span id="more-3425"></span></p>
<p>Nem toda a confusão foi esclarecida, claro. Mas, vendo os serviços  específicos oferecidos pela Amazon, Microsoft, Oracle, Citrix, VMware e  uma série de outras empresas, muitos profissionais de TI puderam ter uma  ideia mais concreta do que a “nuvem” é realmente.</p>
<p>Cinco aspectos se tornaram mais claros até mesmo para os mais experientes gestores de TI. São eles:</p>
<p><strong>1. Nuvens “externas” e “internas” não são tão diferentes</strong><br />
No início de 2010, a questão mais comum era se a nuvem deveria ser inserida no firewall ou contratada fora.</p>
<p>Uma vez que os mesmos dados e aplicações empresariais migrem para a  nuvem, interna (em servidores dentro do firewall) ou pública, a empresa  proprietária dos dados enfrenta o mesmo risco. Razão pela qual muitas  empresas estejam apostando mais em nuvens “híbridas” do que apenas  internas ou públicas, de acordo com o guru da virtualização da Gartner,  Chris Wolf.</p>
<p>“Com as nuvens internas, tem-se uma determinada quantidade de  benefícios desde a partilha de recursos e eficiência, mas não se tem a  elasticidade que é o real motivo para a venda da nuvem”, explicou Wolf à  CIO.com.</p>
<p><strong>2. De que são feitas as nuvens? De outras nuvens</strong><br />
Durante  2010, muitas empresas de computação na nuvem minimizaram o papel da  virtualização e da visão “end-to-end” da VMware, na qual as empresas  usam infraestruturas de servidores virtuais para suportar o  compartilhamento de recursos e a gestão de recursos na nuvem dentro do  firewall, antes de partir para o uso da nuvem pública.</p>
<p>Os fornecedores de cloud computing oferecem aplicações,  armazenamento, poder de computação, etc., à vontade, sob demanda,  através de uma ligação à Internet, sem a necessidade de ter uma  infraestrutura de servidores virtuais dentro da empresa.</p>
<p>Os dois ambientes, por definição, são virtualizados, concordam os  analistas. E quase sempre estão instalados em centros de dados,  “parques” de servidores virtuais ou até mesmo em serviços completos de  cloud fornecidos por outras empresas.</p>
<p><strong>3. “Nuvens” não libertam as TI de “porcas e parafusos”</strong><br />
Há  uma suposição de que a cloud computing consiga tornar sofisticados  serviços de TI transparentes para o usuário final, fazendo com que  deixem de se preocupar com o hardware e o software que os executam.</p>
<p>Isso não significa que as pessoas que gerem os servidores não tenham  que conhecer do seu negócio, de acordo com Bob Laliberte, analista no  Enterprise Strategy Group. Suportar as clouds significa tornar os  servidores, armazenamento, redes e aplicações mais rápidos e estáveis,  com menos atrasos do que nunca, segundo Vince DiMemmo, gestor de cloud e  serviços de TI no prestador de serviços e infra-estrutura do centro de  dados Equinix.</p>
<p>Sem infra-estrutura “à prova de balas”, a computação na nuvem é lenta, diz, e os usuários finais não aceitam a lentidão.</p>
<p><strong>4. Pequenas coisas fazem grandes diferenças</strong><br />
A  virtualização permite que várias aplicações e sistemas operacionais  sejam executados pelo mesmo hardware, como se cada um deles tivesse o  seu próprio servidor. O problema com isso, diz o analista da IDC, Gary  Chen, é que todos pensam que têm a interface de rede e o “bus” de  entrada/saída (input/output para o processador também só para si.</p>
<p>Em um servidor com variados sistemas operacionais virtuais, o  “engarrafamento” para o desempenho já não é a velocidade com que os  dados podem ir e vir entre o servidor e o armazenamento externo, mas o  número de bits que podem passar pelo “bus” de dados ao mesmo tempo, diz  Chen.</p>
<p>Essa é uma razão pela qual o Virtual I/O esteja se tornando um tema  cada vez mais &#8220;quente&#8221;, levando ao que o analista da Forrester, John  Rymer, chama de “virtualização distribuída” – na qual I/O, memória e  outros componentes são abstraídos uns dos outros, assim como os sistemas  operacionais externos, e a definição de “servidor” altera-se para  significar que recursos uma aplicação necessita no momento.</p>
<p><strong>5. “Ano &#8211; e não Era &#8211; do Desktop Virtual”</strong><br />
2010  era para ser o Ano do Desktop Virtual, com a Microsoft, Citrix e VMware  competindo para capturar o que os analistas esperavam ser uma onda de  adopção das empresas.</p>
<p>Os desktops virtuais foram um tema quente em 2010 mas o crescimento  não foi tão grande quanto os analistas ou fornecedores esperavam.</p>
<p>Em vez de padronizar os desktops virtuais e mover todos os seus  utilizadores imediatamente para facilitar a migração para o Windows 7, a  maioria das empresas adotou por um número crescente de “sabores” da  tecnologia, mas apenas onde fazia mais sentido.</p>
<p>“Estamos vendo um monte de projetos táticos, mas não um monte de projetos estratégicos”, diz o analista da IDC, Ian Song.</p>
<p>Isso não quer dizer que não tenha havido um grande crescimento ou  adoção até das versões DAAS. Mas 2010 não foi uma onda, diz Song.</p>
<p>As duas principais razões, segundo ele, foram a complexidade e o ROI  comparativamente baixo da virtualização de desktops em relação aos  servidores virtuais. Outro foi o crescente foco – até dentro das empresas – dos tablets,  smartphones e outros dispositivos não-PC que têm de ser virtualizados  para se tornarem seguros, confiáveis para clientes de aplicações  empresariais.</p>
<p>“Esperamos ouvir muito sobre isso da Citrix e da VMware e de um conjunto  de operadoras de telecomunicações” este ano, diz Song. E “vai ser  grande”</p>
<p>Fonte: <a href="http://computerworld.uol.com.br/telecom/2011/01/06/cinco-licoes-surpreendentes-sobre-a-cloud-computing/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a></p>
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		<title>Sites mais rápidos atraem maior público</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aqui esta a notícia que mostra a verdadeira importância de se hospedar o seu site em uma BOA empresa de hospedagem de sites, acredite, se o seu site for lento você esta perdendo visitas e possíveis negócios.]]></description>
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</script>A velocidade da resposta de websites é um fator fundamental para a  usabilidade. Muitos designers e desenvolvedores acreditam que elementos  visuais como layout, gráficos ou fontes determinam a usabilidade. Porém a  velocidade efetiva de resposta de um site é essencial para determinar a  qualidade da experiência do usuário.</p>
<p>Além disso, o mecanismo de busca do Google usa desempenhos de  sites para determinar a posição em que ele aparecerá em resultados de  pesquisas. Sites mais rápidos terão melhor visibilidade. Portanto,  investir em melhorias de desempenho aumentará os benefícios para os  proprietários do site.</p>
<p>O que os usuários esperam em termos de desempenho de um site?</p>
<p>Passageiros de um ônibus não se preocupam com a marca do  combustível que o veículo usa nem com o tamanho do motor, apesar de  estes elementos terem um importante impacto na duração da viagem.  Semelhantemente, na web, os internautas não querem saber se o conteúdo  da página é originado de um questionário do sistema de gerenciamento de  base de dados ralacional dinâmica (RDBMS) que inclui uma intersecção de  cinco pontos ou se o conteúdo é resultado de um arquivo plano estático.</p>
<p>As expectativas dos usuários variam de um site a outro,  baseadas em fatores como:</p>
<p>• O valor do conteúdo do site e da interação que ele oferece</p>
<p>• O número de concorrentes ou sites alternativos que oferecem  conteúdo ou serviços similares</p>
<p>• A etapa no fluxo de trabalho do usuário ou a sequência de  interação com múltiplas etapas (algumas sequências tem pontos de pausa  naturais conforme o usuário absorve o material, enquanto outras etapas  existem para transições rápidas)</p>
<p>Considere o exemplo hipotético de um site que advinha os  números sorteados na loteria da próxima semana. Neste cenário, os  internautas tranquilamente esperariam uma hora para a página se  carregar. Entretanto, em um contexto em que o internauta visa uma  transação simples, principalmente no caso de haver alternativas da  concorrência (como reservar um quarto de hotel ou comprar um livro), as  expectativas em relação à velocidade de resposta do site são muito menos  complacentes. É muito mais provável que um usuário abandone o site  depois de quatro ou cinco segundos se a página não se carrega  completamente ou se o layout é confuso.</p>
<p>Quanto tempo uma página pode demorar para se carregar?</p>
<p>Variantes desta pergunta incluem:</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página de login?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma tela que carrega dados de um sistema  remoto?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página de redirecionamento a base de  dados?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página principal (a primeira página  que o visitante vê)?</p>
<p>A resposta para todas essas perguntas é “o mais rápido  possível”.</p>
<p>Fatores diversos como layout, estrutura do site, fontes e  gráficos afetam a usabilidade e a eficácia de um site, mas o único fator  essencial é a velocidade de resposta que um site oferece.  Com todas as  características equitativas, um sistema mais rápido será mais eficaz e  oferecerá um maior nível de usabilidade. Isso está baseado em fatores  humanos como curtos períodos de atenção e processamento visual de  informação. Um atraso de mais de um segundo interromperá a sequência do  pensamento, já que a atenção do usuário se deslocará para outros  assuntos, como e-mail, café ou conversas paralelas. É possível que isso  aconteça sem que o usuário se dê conta da sua distração. Os usuários  podem não ser capazes de explicar porque preferem um site a outro, mas o  mais provável é que a causa seja a diferença de velocidade de  respostas.</p>
<p>Por exemplo, sites bem sucedidos no altamente competitivo  mercado de mecanismos de busca são aqueles que carregam páginas mais  rapidamente – sites como Yahoo! e Google. No final dos anos 1990, quando  havia vários sites de pesquisa, como Lycos, Excite, AltaVista, Magellan  e Snap, que evoluíam para portais de consumo, esses sites tentavam se  diferenciar usando ferramentas e design extremamente pesados. Contudo, o  único que obteve sucesso foi o Yahoo!. Ele era o site mais plano, mas  também o mais simples e rápido. Posteriormente, o Google surgiu na  liderança, devido em parte ao design, que era ainda mais simples, e aos  tempos de resposta mais rápidos.</p>
<p>Mais recentemente, sites de comércio eletrônico confirmaram  que quanto mais rápidos são, mais receita geram. Diferenças de  velocidade se relacionam com as expectativas e percepções dos usuários.  Os usuários avaliam sites comparando as alternativas disponíveis.  Gerentes de sites devem identificar concorrentes. Alguns usuários (que  usam aplicações corporativas internas, por exemplo), são “cativos, sem  opção. Outros usuários gostam de poder escolher e levam em conta  características implícitas de baixo custo em termos de tempo e alto  valor em termos de conteúdo.</p>
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<p><strong>Quais princípios de desempenho são definidos pelos 100  melhores sites?</strong></p>
<p>Mecanismos de busca como o Google, que atua em um setor  altamente competitivo, tem princípios de tempo de resposta de 400  milisegundos entre o momento em que uma solicitação chega ao data center  e o momento em que os resultados saem do data center. (O que acontece  fora do data center, na internet aberta, também é importante para o  usuário, mas não pode ser controlado diretamente pelo Google).</p>
<p>O princípio dos 400 milisegundos deriva da época do AltaVista,  na década de 1990. O mecanismo de busca ocupou uma posição de liderança  no mercado por causa da qualidade dos seus resultados de busca e pela  sua rápida resposta. No caso do Google, a página de resultados pode não  ser plana, mas por trás disso existe o software e o sistema de “ciência  do foguete”. Durante 400 milisegundos, os dados são reunidos a partir de  300 subsistemas diferentes para organizar dinamicamente a página de  pesquisa e resposta. Implementar esse nível de resposta rápida exige  inovações em arquitetura de sistema, disciplina e rigor de execução.</p>
<p>Em certos contextos, o Gartner chama esta de necessidade de  processamento extremo de transação (XTP). Para chegar a este nível de  desempenho, aplicações comerciais online, redes sociais e  empreendimentos de software como serviço usam amplamente a rede de  arquiteturas e tecnologias in-memory, como plataformas de cachês  distribuídas (incluindo memcached, ehcache, Terracotta e Oracle  Coherence), para melhorar o desempenho de acesso ao sistema de  gerenciamento de base de dados (DBMS). Alguns fornecedores, como a IBM e  a Virident, oferecem este tipo de tecnologia na forma de aplicações.</p>
<p><strong>Qual é o tempo de latência esperado entre o servidor  web e o navegador do usuário final?</strong></p>
<p>O desafio aqui é que o tempo gasto na nuvem da web varia muito  e depende de fatores como geografia, topologia da rede e localização do  data center. Além do tempo na nuvem, existem outros fatores que afetam a  latência de um ponto ao outro, incluindo o hardware do usuário, a  conectividade disponível e a escolha do navegador. A maioria desses  fatores está fora do controle do operador do site.</p>
<p>A maioria dos sites que oferecem uma resposta rápida foca na  parte do canal de processamento de dados entregue pela web que pode ser  controlado: o tempo transcorrido entre o momento em que a solicitação  chega ao data center e o momento em que a página de resultados deixa o  data center para chegar ao usuário. Sites sofisticados usam um princípio  interno de 400 milisegundos. Dependendo do usuário e da sua  conectividade, isso pode resultar em um tempo de espera pela exibição da  página de resultados de dois ou três segundos.</p>
<p>Existem diversas causas de latência, potencialmente em todo  estágio do canal de processamento de dados que conecta o navegador do  usuário com os servidores no data center. Os culpados mais comuns  incluem o DBMS, a conexão para sistemas back-end, o servidor de  aplicação e o script. O DBMS pode sofrer o peso dos complexos de dados  com pontos de intersecção e índex. O sistema pode também estar acessando  uma aplicação back-end como a da SAP ou um sistema de estrutura herdada  por meio de uma trança de mensagem ou de um barramento de serviço  corporativo, ou até por meio de uma ferramenta de gerenciamento de  processo corporativo (BPM).</p>
<p>O tempo de permanência da nuvem contribui majoritariamente com  a latência, e o número de solicitações em cada página (relacionado com o  número de elementos em cada página) pode aumentar esse intervalo.  Muitos sites tentam controlar aspectos do canal de processamento de  dados da latência empurrando o processamento e o conteúdo para mais  perto do usuário via data centers distribuídos em diversas regiões  geográficas ou usando redes de entrega de conteúdo (CDNs) que empurram  esse conteúdo ao provedor de serviços de internet local.</p>
<p><strong>Como sites com desempenhos insatisfatórios podem  reduzir a latência?</strong></p>
<p>Na ausência de dados objetivos para cada estágio do canal de  processamento de dados, a intuição de um desenvolvedor costuma se  equivocar ao detectar a causa da lentidão do desempenho. Faça um  diagnóstico e elabore um perfil para cada estágio. Uma ferramenta útil  para analisar o que acontece no cliente é o Yahoo! YSlow, e seu  descendente, o Google Page Speed. Essas ferramentas podem mostrar, por  exemplo, que mover uma instrução de JavaScript do topo do arquivo até  embaixo permite que o navegador exiba o conteúdo da página conforme  surge pelo fluxo de http, em vez de ficar bloqueado enquanto espera que  todos os elementos sejam transferidos.</p>
<p>Utilizar eficazmente os dados apresentados por essas  ferramentas exige uma certa compreensão de tecnologia web, servidores,  protocolos, navegadores e desenvolvimento de aplicações online. Existem  alguns fornecedores orientados a corporações, como a Strangeloop, que  fazem otimização de desempenho automática por meio de um mecanismo de  aceleração colocado na frente do servidor web.</p>
<p>Muitos sites corporativos não dispõem dos recursos (pessoas,  ferramentas e conhecimento) para implantar tempo de resposta de  subsegundos. Felizmente, sempre há maneiras de compensar a longa  latência. Frequentemente, o importante não é a velocidade, mas a  percepção da velocidade, combinada com a percepção do valor. Uma técnica  simples, como o uso do indicador de progresso, pode reduzir a percepção  de latência e aumentar o valor. Por exemplo, no site da Expedia, quando  um usuário especifica a data e a destinação, o site exibe uma barra  indicadora do progresso (além de uma confirmação visual da solicitação),  acompanhada de uma mensagem afirmando que o site está procurando em  milhões de registros a melhor oferta para o cliente.</p>
<p>Uma técnica que os desenvolvedores podem usar para reduzir a  latência associada com o acesso de bases de dados back-end e aplicações é  organizar em camadas uma plataforma de distribuição de cache na frente  dos sistemas back-end. Esses são dados que podem ser transferidos de  sistemas back-end para a memória central de um servidor intermediário  entre a aplicação web e os pontos de origem. Um cliente do Gartner  reportou que foi capaz de diminuir o número de transações que chegavam  ao ponto de origem em até 65%, dependendo do tipo da transação. Existem  várias outras técnicas, fornecedores e produtos que podem auxiliar, mas  esses sistemas costumam exigir habilidades técnicas avançadas para uma  implantação adequada.</p>
<p><strong>Qual o papel que a Ajax e tecnologias de aplicações de  internet sofisticadas desempenham na melhora do tempo de resposta?</strong></p>
<p>Embora técnicas próprias como a Ajax e outros processamentos  de ciclo local possam melhorar a receptividade de uma aplicação, em  várias situações, o uso extensivo de tecnologias como Flash, Java e  ActiveX reduz a latência de interações únicas, com o custo de um tempo  de carregamento da página inicial maior.</p>
<p>Por exemplo, o Gmail, do Google, deve começar carregando 200  kilobytes de códigos JavaScript antes de que o usuário veja qualquer  conteúdo. Da mesma forma, algumas tecnologias de aplicações online  sofisticadas (RIA) começam carregando um enorme arquivo Flash SWF. Esse  “carregamento inicial” de latência pode ser aceitável em alguns  cenários, mas não em todos. Não faz sentido adicionar cinco segundos ao  carregamento da página inicial se haverá apenas um clique de interação  com a página antes de o usuário ir para uma seguinte.</p>
<p>Programadores e desenvolvedores podem também tirar vantagem do  comportamento humano. Há momentos em que uma pausa é natural na  interação do usuário – quando o usuário para analisar o conteúdo e  talvez pense nos possíveis resultados. Esses são momentos quando a  latência pode ocorrer. Por exemplo, quando um usuário está vendo um  álbum de fotos do Facebook, navegando de uma a outra foto, o site já  carrega a foto seguinte enquanto o usuário está visualizando a atual.</p>
<p>Como a maioria das respostas para dúvidas de design, há  utilidade em diretrizes gerais e melhores práticas, mas a resposta mais  eficaz se baseia em informações objetivas sobre o comportamento do  internauta no site em questão.</p>
<p><strong>Qual o papel do processo de design centrado no usuário  em relação ao desempenho?</strong></p>
<p>Apesar de a velocidade compensar deficiências no design da  página, principalmente porque o mantém o usuário entretido, isso só  funciona se o site atinge um nível mínimo de usabilidade. Se o usuário  tem que parar e pensar, para entender como deve navegar no site, os  efeitos benéficos da velocidade são anulados.</p>
<p>Um processo de design centrado no usuário ou orientado à  usabilidade é essencial para permitir que o design do site evolua  constantemente, baseado em dados sobre o comportamento dos usuários,  assim como em testes de usabilidade e avaliações de eficácia.</p>
<p>Desenvolvedores e programadores podem aplicar processos  centrados no usuário em técnicas para reduzir a latência inevitável.  Programadores devem aplicar essas técnicas no contexto de uma  metodologia baseada em constatações empíricas que usam medidas, não  opinião, para orientar decisões sobre o tipo de conteúdo intersticial.  Testes podem fornecer ajuda significativa nestes casos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/corporate/como-o-design-dos-site-pode-atrair-publico-05072010-21.shl" target="_blank">Info Abril</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2401&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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		<title>Como o Google indexa a internet? &#8211; Discovery</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/</link>
		<comments>http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 11:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é um artigo retirado do site Discovery, achei importante postar aqui no Hostnews para se ter idéia da estrutura por trás do serviço de busca mais utilizado do mundo. Para se ter idéia da velocidade do novo processo de busca de páginas na web, o Google indexou meu novo artigo em apenas 2 minutos após publicá-lo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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</script><strong>Uma estrutura muito grande</strong></p>
<p>Imagine um grande centro de processamento de dados, ligado 24 horas por dia, procurando por novas páginas sem parar. Agora imagine, que esses computadores já localizaram mais de 1 trilhão de páginas. Bilhões dessas páginas fazem parte de um índice, que é consultado cada vez que você faz uma pesquisa. Esse é o Google Search.</p>
<p><strong>Mas… como ele chega a todas essas páginas?</strong></p>
<p>Esse grande conglomerado de computadores rodam um programa conhecido como Googlebot (que também pode ser chamado de spiders).</p>
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</script></p>
<p>O segredo para a rastreamento dos bilhões de páginas da web está nos links. Como já sabemos, os links ligam uma página a outra. Ao fazer isso, a página &#8220;linkada&#8221; se tornou pública, em razão de alguém ter apontado para ela. As spiders do Google aproveitam-se disso para conhecer essas novas páginas. É um processo longo que pode ser simplificado assim:</p>
<p>As spiders percorrem os sites que já são conhecidos por elas na internet, em busca de conteúdo atualizado. Além de se atualizar com as páginas já encontradas anteriormente, as spiders frequentemente acham links desconhecidos por elas, que passarão a ser explorados também. Através desses links, antes desconhecidos, as spiders chegam até as novidades, que começam a fazer parte de seu mapa. Esse processo acontece o tempo inteiro em uma escala gigante!</p>
<p><strong>Como isso é organizado?</strong></p>
<p>O Googlebot processa cada uma das páginas encontradas (!!!) para reunir em um índice gigante as palavras que achou dentro delas, bem como as posições dessas palavras dentro de suas respectivas páginas. Haja processamento, heim?</p>
<p>Daí em diante ele responde às pesquisas organizando este índice, por ordem de relevância.</p>
<p><strong>#HelpTheSpiders</strong></p>
<p>Quando eu aprendi como tudo isso funcionava, logo fiquei com pena das pobres spiders. Já pensaram o que significa vasculhar cada página da internet em busca de links que levam a novas páginas? Claro, elas são automatizadas… mas de qualquer forma podemos poupar boa parte do esforço do Google e ganhar tempo agilizando o trabalho de localização e indexação de nossas páginas usando sitemaps!</p>
<p><strong>What the hell?</strong></p>
<p>Basicamente, como o nome informa, é o mapa do site. Existem dois tipos de sitemaps. Por enquanto, vamos focar nos que ajudam os buscadores.</p>
<p>Esses têm um valor grande para as spiders. Um mapa assim é constituído por um arquivo XML que fica no seu servidor. Esse mapa informa aos robôs das buscas onde exatamente eles podem encontrar cada página do seu site.</p>
<p>O Google gosta disso! Isso agiliza o trabalho de rastreamento e indexação de sites de maneira muito eficiente.</p>
<p>Fonte: <a href="http://googlediscovery.com/2010/06/30/discovery-seo-como-o-google-indexa-a-internet" target="_blank">Discovery</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2280&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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		<title>Hosting Controller oferece painel de controle gratuito para servidores Linux</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/hosting-controller-oferece-painel-de-controle-gratuito-para-servidores-linux/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 23:42:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para aqueles que desejam começar no ramo de webhosting (ou apenas conhecer um novo painel de controle) mas não querem investir altos valores comprando licenças de painéis de controles, aqui vai a dica: Hosting Controller é uma ótima opção para quem esta começando. A nova versão para servidores Linux é totalmente gratuita Conheça mais detalhes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/hosting-controller-oferece-painel-de-controle-gratuito-para-servidores-linux/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/hosting-controller-oferece-painel-de-controle-gratuito-para-servidores-linux/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>Para aqueles que desejam começar no ramo de webhosting (ou apenas conhecer um novo painel de controle) mas não querem investir altos valores comprando licenças de painéis de controles, aqui vai a dica: <a href="http://www.hostingcontroller.com" target="_blank">Hosting Controller</a> é uma ótima opção para quem esta começando. A nova versão para servidores Linux é totalmente gratuita</p>
<p>Conheça mais detalhes do <a href="http://www.hostingcontroller.com" target="_blank">Hosting Controller</a> <a href="http://www.hostingcontroller.com/english/products/Hc8/HC8-Linux-Web-Hosting-Control-Panel-Automation.html" target="_blank">clicando aqui</a></p>
<p><a href="http://www.hostingcontroller.com/english/Downloads/HC-Web-Hosting-Control-Panel-Online-Demo.html" target="_blank">Para acessar a versão demo clique aqui</a></p>
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		<title>Entrevista com Filipe Mendes, CEO da Hostdime Brasil!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Carlos Zamora, do Zamora Blog, entrevistou Filipe Mendes CEO da Hostdime no Brasil. Ainda não tive a oportunidade de conhecer o Filipe Mendes, porém achei muito interessante publicar esta entrevista pois o Filipe tem grande conhecimento do mercado de webhosting no Brasil e no mundo. O Carlos dividiu a entrevista em duas etapas, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/entrevista-com-filipe-mendes-ceo-da-hostdime-brasil/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/entrevista-com-filipe-mendes-ceo-da-hostdime-brasil/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>O Carlos Zamora, do <a href="http://www.zamorablog.com/zamora-blog/wordpress/" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">Zamora Blog</span></strong></a>, entrevistou Filipe Mendes CEO da <a href="http://www.hostdime.com.br/" target="_blank">Hostdime</a> no Brasil. Ainda não tive a oportunidade de conhecer o Filipe Mendes, porém achei muito interessante publicar esta entrevista pois o Filipe tem grande conhecimento do mercado de webhosting no Brasil e no mundo.</p>
<p>O Carlos dividiu a entrevista em duas etapas, a primeira já esta disponível no <a href="http://www.zamorablog.com/zamora-blog/wordpress/" target="_blank">site dele</a>.</p>
<p>Algumas fotos do Escritório da <a href="http://www.zamorablog.com/zamora-blog/wordpress/" target="_blank">Hostdime</a> no Brasil</p>

<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-11-1021">

	<!-- Slideshow link -->
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			[Show as slideshow]		</a>
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	<!-- Piclense link -->
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	<!-- Pagination -->
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</div>


<p>Clique <strong><a href="http://www.zamorablog.com/zamora-blog/wordpress/2009/10/entrevista-com-filipe-mendes-ceo-da-hostdime-brasil/" target="_blank">aqui</a></strong> para ler a primeira parte da entrevista, diretamente do site do Zamora Blog.</p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=1021&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/entrevista-com-filipe-mendes-ceo-da-hostdime-brasil/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/entrevista-com-filipe-mendes-ceo-da-hostdime-brasil/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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		<title>Market Share: percentual de uso das plataformas de servidores web &#8211; Outubro de 2009</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/market-share-percentual-de-uso-das-plataformas-de-servidores-web-outubro-de-2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 15:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo o site Netcraft, o Apache, servidor web mais popular do mundo, teve um crescimento de 4.3 Milhões de sites. Nginx, já citado por aqui, também teve um bom crescimento e atualmente existem cerca de 13 milhões de sites em todo o mundo que utilizam o Nginx. Já coloquei um post aqui sobre o Market [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/market-share-percentual-de-uso-das-plataformas-de-servidores-web-outubro-de-2009/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/market-share-percentual-de-uso-das-plataformas-de-servidores-web-outubro-de-2009/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>Segundo o site <a href="http://www.netcraft.com">Netcraft</a>, o <a href="http://www.apache.org/" target="_blank">Apache</a>, servidor web mais popular do mundo, teve um crescimento de 4.3 Milhões de sites.</p>
<p><a href="http://nginx.net/" target="_blank">Nginx</a>, já citado por <a href="http://www.hostne.ws/servidores/nginx-servidor-web-e-proxy-de-alta-performance-para-servidores-linux/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, também teve um bom crescimento e atualmente existem cerca de 13 milhões de sites em todo o mundo que utilizam o <a href="http://nginx.net/" target="_blank">Nginx</a>.</p>
<p>Já coloquei um post <a href="http://www.hostne.ws/mercado/market-share-percentual-de-uso-das-plataformas-de-servidores-web/" target="_self"><strong>aqui</strong></a> sobre o Market Share de Servidores Web no mundo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://news.netcraft.com/archives/2009/10/17/october_2009_web_server_survey.html" target="_blank">Netcraft</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=915&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/market-share-percentual-de-uso-das-plataformas-de-servidores-web-outubro-de-2009/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/market-share-percentual-de-uso-das-plataformas-de-servidores-web-outubro-de-2009/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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		<title>Google se prepara para gerenciar cerca de 10 Milhões de Servidores</title>
		<link>http://www.hostne.ws/noticias/google-se-prepara-para-gerenciar-cerca-de-10-milhoes-de-servidores/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 19:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google nunca declarou oficialmente a quantidade de servidores que a empresa possui para manter todos os seus serviços funcionando. Mas em uma recente apresentação Jeff Dean, Engenheiro do Google, mostrou que eles tem se preparado para gerenciar cerca de 10 milhões de servidores em um futuro não muito distante. Não imaginei que uma única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/noticias/google-se-prepara-para-gerenciar-cerca-de-10-milhoes-de-servidores/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/noticias/google-se-prepara-para-gerenciar-cerca-de-10-milhoes-de-servidores/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>O<strong> Google</strong> nunca declarou oficialmente a quantidade de servidores que a empresa possui para manter todos os seus serviços funcionando. Mas em uma recente <a href="http://www.cs.cornell.edu/projects/ladis2009/talks/dean-keynote-ladis2009.pdf" target="_blank">apresentação</a> <a href="http://research.google.com/people/jeff/index.html" target="_blank">Jeff Dean</a>, Engenheiro do Google, mostrou que eles tem se preparado para gerenciar cerca de 10 milhões de servidores em um futuro não muito distante.</p>
<p>Não imaginei que uma única empresa poderia chegar tão perto dessa quantidade por alguns anos mas pelo jeito o Google será a primeira empresa a ultrapassar a barreira dos milhões de servidores.</p>
<p>Leia o artigo na íntegra, <a href="http://www.datacenterknowledge.com/archives/2009/10/20/google-envisions-10-million-servers/" target="_blank">clique aqui</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.datacenterknowledge.com" target="_blank">Datacenter Knowledge</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=903&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/noticias/google-se-prepara-para-gerenciar-cerca-de-10-milhoes-de-servidores/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/noticias/google-se-prepara-para-gerenciar-cerca-de-10-milhoes-de-servidores/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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