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	<title>Hostnews &#187; servidores</title>
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		<title>Colocation vai continuar a crescer</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 17:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>Com o aquecimento do mercado de data center, o momento é oportuno para as empresas que querem expandir suas capacidades de dados e procuram ofertas. O atual boom na construção de data centers [Dell, HP e Fujitsu anunciaram recentemente novas instalações na Austrália, junto com Macquarie Telecom, Polaris, NextDC e Blue Coat e a abertura de um novo prédio em Sydney pela Equinix] é prova da demanda por serviços terceirizados, tanto <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/07/11/colocation-e-uma-saida-para-expandir-data-center">colocation como gerenciamento</a>.<span id="more-4172"></span>Na verdade, quase 2 bilhões de dólares de investimento em novos espaços foram anunciados desde janeiro deste ano, segundo o analista sênior da consultoria IDC Trevor Clarke. Grande parte dessa movimentação é impulsionada por <a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2011/05/02/data-center-o-eterno-desafio-de-ganhar-espaco-e-cortar-custos/">preocupações sobre custos de energi</a>a e imposto de carbono.</p>
<p>Enquanto algumas empresas se voltam para serviços gerenciados, o <a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2011/02/28/o-destino-do-colocation">colocation é ainda uma escolha popular</a>. As vantagens dessa abordagem incluem eficiência de custos, segurança e conectividade de rede e integração.</p>
<p>&#8220;Há um viés histórico para as companhias que preferem essa modalidade&#8221;, diz  Jim Kellett, gerente de produtos da Internode, provedora de internet. &#8220;Você tem o controle completo sobre seu ambiente e pode ser bastante rentável”, aponta. &#8220;Você só tem de adicionar um servidor montado em rack e precisa de um plano de uso&#8221;, explica.</p>
<p>O diretor da <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/09/12/alog-potencializa-servico-de-colocation">companhia de data center Equinix</a> na Austrália, Darren Mann, diz que as organizações podem aproveitar o tempo e os benefícios de custo da utilização de infraestrutura de um data center compartilhado, mantendo a máxima flexibilidade e o controle sobre o ambiente de TI.</p>
<p>&#8220;Outsourcing para um provedor de colocation também tem a vantagem de deixar os serviços baseados nos recursos para aqueles cuja atividade principal é a criação e execução de data center, permitindo a concentração nos negócios&#8221;, diz Mann.</p>
<p>Segundo Kellett, as principais características que devem ser levadas em consideração ao contratar um fornecedor de colocation, além do valor do investimento, são segurança física, proximidade, gerenciamento de energia e conectividade de rede.</p>
<p>Na visão de Mann, um dos maiores desafios é manter o ambiente adequadamente refrigerado. “O link para o gerenciamento de energia é importante porque, embora todos os data centers tenham um UPS (uninterruptible power source), esses sistemas não administram ar-condicionado. Você precisa de um lugar que tenha um sistema de no-break e um gerador a diesel para fazer isso. O ar-condicionado precisa de redundância incorporada porque é bastante notável o quão quente um centro de dados pode entrar em um período curto de tempo.”</p>
<p>A maioria das empresas quer vincular o servidor de colocation em sua própria rede. Kellet diz que se você está nesse caminho e é uma parte significativa do negócio, é preciso olhar para a redundância física.</p>
<p>A proximidade conta muito nesse sentido. Enquanto a maioria dos serviços de colocation provê prestação de serviços remotos como parte de um acordo básico, estar próximo do servidor será essencial para a maioria das pequenas e médias empresas.</p>
<p>&#8220;Se você quer fazer ajustes, estar a um raio de distância que permita deslocamento rápido é o adequado”, afirma Kellett.</p>
<p>Para Mann, um histórico comprovado de confiabilidade é importante na escolha de um provedor de colocation. É fundamental também identificar como é o potencial que a terceirização oferece.</p>
<p>&#8220;Há mais um ponto importante: a mudança de mentalidade de como o data center tem sido tradicionalmente visto&#8221;, diz Mann. &#8220;Ou seja, começar a considerar como o data center escolhido pode ser um centro de receita, em vez de um centro de custos”, completa.</p>
<p>Em custo, os especialistas aconselham uma boa pesquisa. A maioria dos provedores oferece estruturas de custos semelhantes, como pacotes de bloco, que são cobrados em blocos de largura de banda, muitas vezes resultando em menores custos de largura de banda total.</p>
<p>Junto com serviços gerenciados, vai continuar a crescer aposta Mann. &#8220;Mais e mais clientes estão percebendo os benefícios do colocation. Prova é que a demanda ainda supera a oferta.”</p>
<p>Fonte: <a title="Fonte CIO" href="http://cio.uol.com.br/noticias/2011/09/22/colocation-vai-continuar-a-crescer/">CIO</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=4172&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/colocation-vai-continuar-a-crescer/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/colocation-vai-continuar-a-crescer/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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		<title>João Junior assume a gerência geral da netRevenda.com</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 17:56:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje fiquei sabendo que meu amigo João Jr, mais conhecido como Jonny, assumiu a Gerência Geral da netRevenda.com. Parabéns ao Vicente e ao Diego pela ótima contratação. http://blog.netrevenda.com/2011/01/04/joao-jr-assume-a-gerencia-geral/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/joao-junior-assume-a-gerencia-geral-da-netrevenda-com/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/joao-junior-assume-a-gerencia-geral-da-netrevenda-com/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>Hoje fiquei sabendo que meu amigo João Jr, mais conhecido como Jonny, assumiu a Gerência Geral da <a href="http://www.netrevenda.com" target="_blank">netRevenda.com</a>.</p>
<p>Parabéns ao Vicente e ao Diego pela ótima contratação.</p>
<p><strong><a href="http://blog.netrevenda.com/2011/01/04/joao-jr-assume-a-gerencia-geral/" target="_blank">http://blog.netrevenda.com/2011/01/04/joao-jr-assume-a-gerencia-geral/</a></strong></p>
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		<title>Cinco lições surpreendentes sobre a cloud computing</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 09:33:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[2010 foi o ano em que a &#8220;computação na nuvem&#8221; (cloud computing) se tornou apenas “nuvem” (cloud), e todos perceberam que “nuvem”, “SaaS” e todos os outros XaaS (PAAS, IAAS, DAAS) eram implementações diferentes da mesma ideia – um conjunto de serviços de computação disponíveis online que se podem expandir ou contrair de acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/cinco-licoes-surpreendentes-sobre-a-cloud-computing/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/cinco-licoes-surpreendentes-sobre-a-cloud-computing/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>2010 foi o ano em que a &#8220;computação na nuvem&#8221; (cloud computing) se  tornou apenas “nuvem” (cloud), e todos perceberam que “nuvem”, “SaaS” e  todos os outros XaaS (PAAS, IAAS, DAAS) eram implementações diferentes  da mesma ideia – um conjunto de serviços de computação disponíveis  online que se podem expandir ou contrair de acordo com as necessidades.</p>
<p><span id="more-3425"></span></p>
<p>Nem toda a confusão foi esclarecida, claro. Mas, vendo os serviços  específicos oferecidos pela Amazon, Microsoft, Oracle, Citrix, VMware e  uma série de outras empresas, muitos profissionais de TI puderam ter uma  ideia mais concreta do que a “nuvem” é realmente.</p>
<p>Cinco aspectos se tornaram mais claros até mesmo para os mais experientes gestores de TI. São eles:</p>
<p><strong>1. Nuvens “externas” e “internas” não são tão diferentes</strong><br />
No início de 2010, a questão mais comum era se a nuvem deveria ser inserida no firewall ou contratada fora.</p>
<p>Uma vez que os mesmos dados e aplicações empresariais migrem para a  nuvem, interna (em servidores dentro do firewall) ou pública, a empresa  proprietária dos dados enfrenta o mesmo risco. Razão pela qual muitas  empresas estejam apostando mais em nuvens “híbridas” do que apenas  internas ou públicas, de acordo com o guru da virtualização da Gartner,  Chris Wolf.</p>
<p>“Com as nuvens internas, tem-se uma determinada quantidade de  benefícios desde a partilha de recursos e eficiência, mas não se tem a  elasticidade que é o real motivo para a venda da nuvem”, explicou Wolf à  CIO.com.</p>
<p><strong>2. De que são feitas as nuvens? De outras nuvens</strong><br />
Durante  2010, muitas empresas de computação na nuvem minimizaram o papel da  virtualização e da visão “end-to-end” da VMware, na qual as empresas  usam infraestruturas de servidores virtuais para suportar o  compartilhamento de recursos e a gestão de recursos na nuvem dentro do  firewall, antes de partir para o uso da nuvem pública.</p>
<p>Os fornecedores de cloud computing oferecem aplicações,  armazenamento, poder de computação, etc., à vontade, sob demanda,  através de uma ligação à Internet, sem a necessidade de ter uma  infraestrutura de servidores virtuais dentro da empresa.</p>
<p>Os dois ambientes, por definição, são virtualizados, concordam os  analistas. E quase sempre estão instalados em centros de dados,  “parques” de servidores virtuais ou até mesmo em serviços completos de  cloud fornecidos por outras empresas.</p>
<p><strong>3. “Nuvens” não libertam as TI de “porcas e parafusos”</strong><br />
Há  uma suposição de que a cloud computing consiga tornar sofisticados  serviços de TI transparentes para o usuário final, fazendo com que  deixem de se preocupar com o hardware e o software que os executam.</p>
<p>Isso não significa que as pessoas que gerem os servidores não tenham  que conhecer do seu negócio, de acordo com Bob Laliberte, analista no  Enterprise Strategy Group. Suportar as clouds significa tornar os  servidores, armazenamento, redes e aplicações mais rápidos e estáveis,  com menos atrasos do que nunca, segundo Vince DiMemmo, gestor de cloud e  serviços de TI no prestador de serviços e infra-estrutura do centro de  dados Equinix.</p>
<p>Sem infra-estrutura “à prova de balas”, a computação na nuvem é lenta, diz, e os usuários finais não aceitam a lentidão.</p>
<p><strong>4. Pequenas coisas fazem grandes diferenças</strong><br />
A  virtualização permite que várias aplicações e sistemas operacionais  sejam executados pelo mesmo hardware, como se cada um deles tivesse o  seu próprio servidor. O problema com isso, diz o analista da IDC, Gary  Chen, é que todos pensam que têm a interface de rede e o “bus” de  entrada/saída (input/output para o processador também só para si.</p>
<p>Em um servidor com variados sistemas operacionais virtuais, o  “engarrafamento” para o desempenho já não é a velocidade com que os  dados podem ir e vir entre o servidor e o armazenamento externo, mas o  número de bits que podem passar pelo “bus” de dados ao mesmo tempo, diz  Chen.</p>
<p>Essa é uma razão pela qual o Virtual I/O esteja se tornando um tema  cada vez mais &#8220;quente&#8221;, levando ao que o analista da Forrester, John  Rymer, chama de “virtualização distribuída” – na qual I/O, memória e  outros componentes são abstraídos uns dos outros, assim como os sistemas  operacionais externos, e a definição de “servidor” altera-se para  significar que recursos uma aplicação necessita no momento.</p>
<p><strong>5. “Ano &#8211; e não Era &#8211; do Desktop Virtual”</strong><br />
2010  era para ser o Ano do Desktop Virtual, com a Microsoft, Citrix e VMware  competindo para capturar o que os analistas esperavam ser uma onda de  adopção das empresas.</p>
<p>Os desktops virtuais foram um tema quente em 2010 mas o crescimento  não foi tão grande quanto os analistas ou fornecedores esperavam.</p>
<p>Em vez de padronizar os desktops virtuais e mover todos os seus  utilizadores imediatamente para facilitar a migração para o Windows 7, a  maioria das empresas adotou por um número crescente de “sabores” da  tecnologia, mas apenas onde fazia mais sentido.</p>
<p>“Estamos vendo um monte de projetos táticos, mas não um monte de projetos estratégicos”, diz o analista da IDC, Ian Song.</p>
<p>Isso não quer dizer que não tenha havido um grande crescimento ou  adoção até das versões DAAS. Mas 2010 não foi uma onda, diz Song.</p>
<p>As duas principais razões, segundo ele, foram a complexidade e o ROI  comparativamente baixo da virtualização de desktops em relação aos  servidores virtuais. Outro foi o crescente foco – até dentro das empresas – dos tablets,  smartphones e outros dispositivos não-PC que têm de ser virtualizados  para se tornarem seguros, confiáveis para clientes de aplicações  empresariais.</p>
<p>“Esperamos ouvir muito sobre isso da Citrix e da VMware e de um conjunto  de operadoras de telecomunicações” este ano, diz Song. E “vai ser  grande”</p>
<p>Fonte: <a href="http://computerworld.uol.com.br/telecom/2011/01/06/cinco-licoes-surpreendentes-sobre-a-cloud-computing/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a></p>
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		<title>Nova URL &#8211; www.hospedagemdesit.es</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 19:07:44 +0000</pubDate>
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          <!-- boo-widget end --><p style="text-align: left;">Agora você pode acessar o Hostnews através da url <strong>www.hospedagemdesit.es</strong>.</p>
<p>O atual <strong>www.hostne.ws</strong> continua funcionando!</p>
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		<title>Seminário técnico sobre o Enkompass via web</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 17:02:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Enkompass, painel de controle criado pela cPanel para servidores windows estará disponível muito em breve para todos. Com este seminário sua equipe terá dicas técnicas sobre a implantação e atendimento de chamadas referente ao Enkompass. Conteúdo Informações sobre o processo de implantação 10 coisas que você deve saber sobre o desenvolvimento do Enkompass Diferenças entre [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.hostne.ws/painel-de-controle/conheca-o-enkompass-o-painel-de-controle-da-cpanel-para-servidores-windows/" target="_blank"><strong>Enkompass</strong></a>, painel de controle criado pela <a href="http://www.cpanel.net" target="_blank">cPanel</a> para servidores windows estará disponível muito em breve para todos. Com este seminário sua equipe terá dicas técnicas sobre a implantação e atendimento de chamadas referente ao <strong><a href="../painel-de-controle/conheca-o-enkompass-o-painel-de-controle-da-cpanel-para-servidores-windows/" target="_blank"><strong>Enkompass.</strong></a></strong></p>
<p><strong><strong>Conteúdo<br />
</strong></strong></p>
<ul>
<li>Informações sobre o processo de implantação</li>
<li>10 coisas que você deve saber sobre o desenvolvimento do Enkompass</li>
<li>Diferenças entre o Enkompass e o cPanel/WHM</li>
</ul>
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<p>Data: <strong>Terça-feira, 29 de Julho de 2010 às 9h da manhã (horário local)</strong><strong></strong></p>
<p>Para se registrar: <a href="http://go.cpanel.net/enktechw">http://go.cpanel.net/enktechw</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cpanel.net/2010/07/enkompass-technical-webinar.html" target="_blank">cPanel</a></p>
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		<title>Sites mais rápidos atraem maior público</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[hospedagem de sites]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>
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		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[servers]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui esta a notícia que mostra a verdadeira importância de se hospedar o seu site em uma BOA empresa de hospedagem de sites, acredite, se o seu site for lento você esta perdendo visitas e possíveis negócios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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</script>A velocidade da resposta de websites é um fator fundamental para a  usabilidade. Muitos designers e desenvolvedores acreditam que elementos  visuais como layout, gráficos ou fontes determinam a usabilidade. Porém a  velocidade efetiva de resposta de um site é essencial para determinar a  qualidade da experiência do usuário.</p>
<p>Além disso, o mecanismo de busca do Google usa desempenhos de  sites para determinar a posição em que ele aparecerá em resultados de  pesquisas. Sites mais rápidos terão melhor visibilidade. Portanto,  investir em melhorias de desempenho aumentará os benefícios para os  proprietários do site.</p>
<p>O que os usuários esperam em termos de desempenho de um site?</p>
<p>Passageiros de um ônibus não se preocupam com a marca do  combustível que o veículo usa nem com o tamanho do motor, apesar de  estes elementos terem um importante impacto na duração da viagem.  Semelhantemente, na web, os internautas não querem saber se o conteúdo  da página é originado de um questionário do sistema de gerenciamento de  base de dados ralacional dinâmica (RDBMS) que inclui uma intersecção de  cinco pontos ou se o conteúdo é resultado de um arquivo plano estático.</p>
<p>As expectativas dos usuários variam de um site a outro,  baseadas em fatores como:</p>
<p>• O valor do conteúdo do site e da interação que ele oferece</p>
<p>• O número de concorrentes ou sites alternativos que oferecem  conteúdo ou serviços similares</p>
<p>• A etapa no fluxo de trabalho do usuário ou a sequência de  interação com múltiplas etapas (algumas sequências tem pontos de pausa  naturais conforme o usuário absorve o material, enquanto outras etapas  existem para transições rápidas)</p>
<p>Considere o exemplo hipotético de um site que advinha os  números sorteados na loteria da próxima semana. Neste cenário, os  internautas tranquilamente esperariam uma hora para a página se  carregar. Entretanto, em um contexto em que o internauta visa uma  transação simples, principalmente no caso de haver alternativas da  concorrência (como reservar um quarto de hotel ou comprar um livro), as  expectativas em relação à velocidade de resposta do site são muito menos  complacentes. É muito mais provável que um usuário abandone o site  depois de quatro ou cinco segundos se a página não se carrega  completamente ou se o layout é confuso.</p>
<p>Quanto tempo uma página pode demorar para se carregar?</p>
<p>Variantes desta pergunta incluem:</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página de login?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma tela que carrega dados de um sistema  remoto?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página de redirecionamento a base de  dados?</p>
<p>Quão rápida deve ser uma página principal (a primeira página  que o visitante vê)?</p>
<p>A resposta para todas essas perguntas é “o mais rápido  possível”.</p>
<p>Fatores diversos como layout, estrutura do site, fontes e  gráficos afetam a usabilidade e a eficácia de um site, mas o único fator  essencial é a velocidade de resposta que um site oferece.  Com todas as  características equitativas, um sistema mais rápido será mais eficaz e  oferecerá um maior nível de usabilidade. Isso está baseado em fatores  humanos como curtos períodos de atenção e processamento visual de  informação. Um atraso de mais de um segundo interromperá a sequência do  pensamento, já que a atenção do usuário se deslocará para outros  assuntos, como e-mail, café ou conversas paralelas. É possível que isso  aconteça sem que o usuário se dê conta da sua distração. Os usuários  podem não ser capazes de explicar porque preferem um site a outro, mas o  mais provável é que a causa seja a diferença de velocidade de  respostas.</p>
<p>Por exemplo, sites bem sucedidos no altamente competitivo  mercado de mecanismos de busca são aqueles que carregam páginas mais  rapidamente – sites como Yahoo! e Google. No final dos anos 1990, quando  havia vários sites de pesquisa, como Lycos, Excite, AltaVista, Magellan  e Snap, que evoluíam para portais de consumo, esses sites tentavam se  diferenciar usando ferramentas e design extremamente pesados. Contudo, o  único que obteve sucesso foi o Yahoo!. Ele era o site mais plano, mas  também o mais simples e rápido. Posteriormente, o Google surgiu na  liderança, devido em parte ao design, que era ainda mais simples, e aos  tempos de resposta mais rápidos.</p>
<p>Mais recentemente, sites de comércio eletrônico confirmaram  que quanto mais rápidos são, mais receita geram. Diferenças de  velocidade se relacionam com as expectativas e percepções dos usuários.  Os usuários avaliam sites comparando as alternativas disponíveis.  Gerentes de sites devem identificar concorrentes. Alguns usuários (que  usam aplicações corporativas internas, por exemplo), são “cativos, sem  opção. Outros usuários gostam de poder escolher e levam em conta  características implícitas de baixo custo em termos de tempo e alto  valor em termos de conteúdo.</p>
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<p><strong>Quais princípios de desempenho são definidos pelos 100  melhores sites?</strong></p>
<p>Mecanismos de busca como o Google, que atua em um setor  altamente competitivo, tem princípios de tempo de resposta de 400  milisegundos entre o momento em que uma solicitação chega ao data center  e o momento em que os resultados saem do data center. (O que acontece  fora do data center, na internet aberta, também é importante para o  usuário, mas não pode ser controlado diretamente pelo Google).</p>
<p>O princípio dos 400 milisegundos deriva da época do AltaVista,  na década de 1990. O mecanismo de busca ocupou uma posição de liderança  no mercado por causa da qualidade dos seus resultados de busca e pela  sua rápida resposta. No caso do Google, a página de resultados pode não  ser plana, mas por trás disso existe o software e o sistema de “ciência  do foguete”. Durante 400 milisegundos, os dados são reunidos a partir de  300 subsistemas diferentes para organizar dinamicamente a página de  pesquisa e resposta. Implementar esse nível de resposta rápida exige  inovações em arquitetura de sistema, disciplina e rigor de execução.</p>
<p>Em certos contextos, o Gartner chama esta de necessidade de  processamento extremo de transação (XTP). Para chegar a este nível de  desempenho, aplicações comerciais online, redes sociais e  empreendimentos de software como serviço usam amplamente a rede de  arquiteturas e tecnologias in-memory, como plataformas de cachês  distribuídas (incluindo memcached, ehcache, Terracotta e Oracle  Coherence), para melhorar o desempenho de acesso ao sistema de  gerenciamento de base de dados (DBMS). Alguns fornecedores, como a IBM e  a Virident, oferecem este tipo de tecnologia na forma de aplicações.</p>
<p><strong>Qual é o tempo de latência esperado entre o servidor  web e o navegador do usuário final?</strong></p>
<p>O desafio aqui é que o tempo gasto na nuvem da web varia muito  e depende de fatores como geografia, topologia da rede e localização do  data center. Além do tempo na nuvem, existem outros fatores que afetam a  latência de um ponto ao outro, incluindo o hardware do usuário, a  conectividade disponível e a escolha do navegador. A maioria desses  fatores está fora do controle do operador do site.</p>
<p>A maioria dos sites que oferecem uma resposta rápida foca na  parte do canal de processamento de dados entregue pela web que pode ser  controlado: o tempo transcorrido entre o momento em que a solicitação  chega ao data center e o momento em que a página de resultados deixa o  data center para chegar ao usuário. Sites sofisticados usam um princípio  interno de 400 milisegundos. Dependendo do usuário e da sua  conectividade, isso pode resultar em um tempo de espera pela exibição da  página de resultados de dois ou três segundos.</p>
<p>Existem diversas causas de latência, potencialmente em todo  estágio do canal de processamento de dados que conecta o navegador do  usuário com os servidores no data center. Os culpados mais comuns  incluem o DBMS, a conexão para sistemas back-end, o servidor de  aplicação e o script. O DBMS pode sofrer o peso dos complexos de dados  com pontos de intersecção e índex. O sistema pode também estar acessando  uma aplicação back-end como a da SAP ou um sistema de estrutura herdada  por meio de uma trança de mensagem ou de um barramento de serviço  corporativo, ou até por meio de uma ferramenta de gerenciamento de  processo corporativo (BPM).</p>
<p>O tempo de permanência da nuvem contribui majoritariamente com  a latência, e o número de solicitações em cada página (relacionado com o  número de elementos em cada página) pode aumentar esse intervalo.  Muitos sites tentam controlar aspectos do canal de processamento de  dados da latência empurrando o processamento e o conteúdo para mais  perto do usuário via data centers distribuídos em diversas regiões  geográficas ou usando redes de entrega de conteúdo (CDNs) que empurram  esse conteúdo ao provedor de serviços de internet local.</p>
<p><strong>Como sites com desempenhos insatisfatórios podem  reduzir a latência?</strong></p>
<p>Na ausência de dados objetivos para cada estágio do canal de  processamento de dados, a intuição de um desenvolvedor costuma se  equivocar ao detectar a causa da lentidão do desempenho. Faça um  diagnóstico e elabore um perfil para cada estágio. Uma ferramenta útil  para analisar o que acontece no cliente é o Yahoo! YSlow, e seu  descendente, o Google Page Speed. Essas ferramentas podem mostrar, por  exemplo, que mover uma instrução de JavaScript do topo do arquivo até  embaixo permite que o navegador exiba o conteúdo da página conforme  surge pelo fluxo de http, em vez de ficar bloqueado enquanto espera que  todos os elementos sejam transferidos.</p>
<p>Utilizar eficazmente os dados apresentados por essas  ferramentas exige uma certa compreensão de tecnologia web, servidores,  protocolos, navegadores e desenvolvimento de aplicações online. Existem  alguns fornecedores orientados a corporações, como a Strangeloop, que  fazem otimização de desempenho automática por meio de um mecanismo de  aceleração colocado na frente do servidor web.</p>
<p>Muitos sites corporativos não dispõem dos recursos (pessoas,  ferramentas e conhecimento) para implantar tempo de resposta de  subsegundos. Felizmente, sempre há maneiras de compensar a longa  latência. Frequentemente, o importante não é a velocidade, mas a  percepção da velocidade, combinada com a percepção do valor. Uma técnica  simples, como o uso do indicador de progresso, pode reduzir a percepção  de latência e aumentar o valor. Por exemplo, no site da Expedia, quando  um usuário especifica a data e a destinação, o site exibe uma barra  indicadora do progresso (além de uma confirmação visual da solicitação),  acompanhada de uma mensagem afirmando que o site está procurando em  milhões de registros a melhor oferta para o cliente.</p>
<p>Uma técnica que os desenvolvedores podem usar para reduzir a  latência associada com o acesso de bases de dados back-end e aplicações é  organizar em camadas uma plataforma de distribuição de cache na frente  dos sistemas back-end. Esses são dados que podem ser transferidos de  sistemas back-end para a memória central de um servidor intermediário  entre a aplicação web e os pontos de origem. Um cliente do Gartner  reportou que foi capaz de diminuir o número de transações que chegavam  ao ponto de origem em até 65%, dependendo do tipo da transação. Existem  várias outras técnicas, fornecedores e produtos que podem auxiliar, mas  esses sistemas costumam exigir habilidades técnicas avançadas para uma  implantação adequada.</p>
<p><strong>Qual o papel que a Ajax e tecnologias de aplicações de  internet sofisticadas desempenham na melhora do tempo de resposta?</strong></p>
<p>Embora técnicas próprias como a Ajax e outros processamentos  de ciclo local possam melhorar a receptividade de uma aplicação, em  várias situações, o uso extensivo de tecnologias como Flash, Java e  ActiveX reduz a latência de interações únicas, com o custo de um tempo  de carregamento da página inicial maior.</p>
<p>Por exemplo, o Gmail, do Google, deve começar carregando 200  kilobytes de códigos JavaScript antes de que o usuário veja qualquer  conteúdo. Da mesma forma, algumas tecnologias de aplicações online  sofisticadas (RIA) começam carregando um enorme arquivo Flash SWF. Esse  “carregamento inicial” de latência pode ser aceitável em alguns  cenários, mas não em todos. Não faz sentido adicionar cinco segundos ao  carregamento da página inicial se haverá apenas um clique de interação  com a página antes de o usuário ir para uma seguinte.</p>
<p>Programadores e desenvolvedores podem também tirar vantagem do  comportamento humano. Há momentos em que uma pausa é natural na  interação do usuário – quando o usuário para analisar o conteúdo e  talvez pense nos possíveis resultados. Esses são momentos quando a  latência pode ocorrer. Por exemplo, quando um usuário está vendo um  álbum de fotos do Facebook, navegando de uma a outra foto, o site já  carrega a foto seguinte enquanto o usuário está visualizando a atual.</p>
<p>Como a maioria das respostas para dúvidas de design, há  utilidade em diretrizes gerais e melhores práticas, mas a resposta mais  eficaz se baseia em informações objetivas sobre o comportamento do  internauta no site em questão.</p>
<p><strong>Qual o papel do processo de design centrado no usuário  em relação ao desempenho?</strong></p>
<p>Apesar de a velocidade compensar deficiências no design da  página, principalmente porque o mantém o usuário entretido, isso só  funciona se o site atinge um nível mínimo de usabilidade. Se o usuário  tem que parar e pensar, para entender como deve navegar no site, os  efeitos benéficos da velocidade são anulados.</p>
<p>Um processo de design centrado no usuário ou orientado à  usabilidade é essencial para permitir que o design do site evolua  constantemente, baseado em dados sobre o comportamento dos usuários,  assim como em testes de usabilidade e avaliações de eficácia.</p>
<p>Desenvolvedores e programadores podem aplicar processos  centrados no usuário em técnicas para reduzir a latência inevitável.  Programadores devem aplicar essas técnicas no contexto de uma  metodologia baseada em constatações empíricas que usam medidas, não  opinião, para orientar decisões sobre o tipo de conteúdo intersticial.  Testes podem fornecer ajuda significativa nestes casos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/corporate/como-o-design-dos-site-pode-atrair-publico-05072010-21.shl" target="_blank">Info Abril</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2401&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/sites-mais-rapidos-atraem-maior-publico/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como o Google indexa a internet? &#8211; Discovery</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 11:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
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		<category><![CDATA[servidores]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um artigo retirado do site Discovery, achei importante postar aqui no Hostnews para se ter idéia da estrutura por trás do serviço de busca mais utilizado do mundo. Para se ter idéia da velocidade do novo processo de busca de páginas na web, o Google indexou meu novo artigo em apenas 2 minutos após publicá-lo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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</script><strong>Uma estrutura muito grande</strong></p>
<p>Imagine um grande centro de processamento de dados, ligado 24 horas por dia, procurando por novas páginas sem parar. Agora imagine, que esses computadores já localizaram mais de 1 trilhão de páginas. Bilhões dessas páginas fazem parte de um índice, que é consultado cada vez que você faz uma pesquisa. Esse é o Google Search.</p>
<p><strong>Mas… como ele chega a todas essas páginas?</strong></p>
<p>Esse grande conglomerado de computadores rodam um programa conhecido como Googlebot (que também pode ser chamado de spiders).</p>
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</script></p>
<p>O segredo para a rastreamento dos bilhões de páginas da web está nos links. Como já sabemos, os links ligam uma página a outra. Ao fazer isso, a página &#8220;linkada&#8221; se tornou pública, em razão de alguém ter apontado para ela. As spiders do Google aproveitam-se disso para conhecer essas novas páginas. É um processo longo que pode ser simplificado assim:</p>
<p>As spiders percorrem os sites que já são conhecidos por elas na internet, em busca de conteúdo atualizado. Além de se atualizar com as páginas já encontradas anteriormente, as spiders frequentemente acham links desconhecidos por elas, que passarão a ser explorados também. Através desses links, antes desconhecidos, as spiders chegam até as novidades, que começam a fazer parte de seu mapa. Esse processo acontece o tempo inteiro em uma escala gigante!</p>
<p><strong>Como isso é organizado?</strong></p>
<p>O Googlebot processa cada uma das páginas encontradas (!!!) para reunir em um índice gigante as palavras que achou dentro delas, bem como as posições dessas palavras dentro de suas respectivas páginas. Haja processamento, heim?</p>
<p>Daí em diante ele responde às pesquisas organizando este índice, por ordem de relevância.</p>
<p><strong>#HelpTheSpiders</strong></p>
<p>Quando eu aprendi como tudo isso funcionava, logo fiquei com pena das pobres spiders. Já pensaram o que significa vasculhar cada página da internet em busca de links que levam a novas páginas? Claro, elas são automatizadas… mas de qualquer forma podemos poupar boa parte do esforço do Google e ganhar tempo agilizando o trabalho de localização e indexação de nossas páginas usando sitemaps!</p>
<p><strong>What the hell?</strong></p>
<p>Basicamente, como o nome informa, é o mapa do site. Existem dois tipos de sitemaps. Por enquanto, vamos focar nos que ajudam os buscadores.</p>
<p>Esses têm um valor grande para as spiders. Um mapa assim é constituído por um arquivo XML que fica no seu servidor. Esse mapa informa aos robôs das buscas onde exatamente eles podem encontrar cada página do seu site.</p>
<p>O Google gosta disso! Isso agiliza o trabalho de rastreamento e indexação de sites de maneira muito eficiente.</p>
<p>Fonte: <a href="http://googlediscovery.com/2010/06/30/discovery-seo-como-o-google-indexa-a-internet" target="_blank">Discovery</a></p>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2280&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/como-o-google-indexa-a-internet-discovery/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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		<title>Quantidade de servidores do Facebook chega a 60.000 e não pára de crescer</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/quantidade-de-servidores-do-facebook-chega-a-60-000-e-nao-para-de-crescer/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dizem que uma imagem vale por mil palavras. Às vezes, um slide de PowerPoint podem contar a história de milhares de servidores da maior rede social do mundo da atualidade, o Facebook. Esse foi o caso com uma apresentação de Tom Cook em Velocity, que mostrava o crescimento da presença da companhia no servidor. Projetado para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/quantidade-de-servidores-do-facebook-chega-a-60-000-e-nao-para-de-crescer/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/quantidade-de-servidores-do-facebook-chega-a-60-000-e-nao-para-de-crescer/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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</script>Dizem que uma imagem vale por mil palavras. Às vezes, um slide de <a href="http://office.microsoft.com/en-us/powerpoint/" target="_blank">PowerPoint</a> podem contar a história de milhares de servidores da maior rede social do mundo da atualidade, o <strong><a href="http://www.facebook.com" target="_self">Facebook</a></strong>.</p>
<div id="_mcePaste">Esse foi o caso com uma apresentação de Tom Cook em Velocity, que mostrava o crescimento da presença da companhia no servidor. Projetado para ilustrar necessidade insaciável do Facebook para mais servidores para apoiar os seus 400 milhões de usuários, a tabela não incluem os números, procurando não revelar a contagem real do servidor.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2264" title="facebook-server-growth" src="http://www.hostne.ws/wp-content/uploads/2010/06/facebook-server-growth.jpg" alt="" width="470" height="234" /></div>
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<div>Isso sugere que o Facebook já tem 60 mil ou mais servidores. A forte aceleração no crescimento do servidor Facebook no final de 2009 também ajuda a explicar o movimento da empresa para locação grandes blocos de dados do Centro Espacial em Virgínia do norte e do Vale do Silício, em março. O surto de crescimento ocorreu após Facebook anunciou planos para construir seu próprio centro de dados em Prineville, Oregon .</div>
<div id="_mcePaste">Isso coloca Facebook entre as maiores empresas de Internet que têm discutido publicamente o seu crescimento servidor, mas ainda bem atrás da Intel, que tem mais de 100 mil servidores . <a href="http://www.hostne.ws/artigos/as-empresas-com-mais-servidores-no-mundo/" target="_blank">Ver quem tem mais servidores Web mais dados no maior infra-estrutura Internet</a>.</div>
<div id="_mcePaste">Por que tantos servidores? Facebook já tem mais de 400 milhões de usuários ativos, incluindo mais de 200 milhões que usam o serviço diariamente.</div>
<div>Aqui estão alguns pontos de outros dados de apresentação do cozinheiro e uma palestra na última quinta-feira Structure 2010 por Jonathan Facebook Heiliger.</div>
<li style="list-style-type: disc; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 1em; margin-left: 8px; font-size: 12px;"><span>Os usuários passam mais de 16 bilhões de minutos no Facebook cada dia</span></li>
<li style="list-style-type: disc; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 1em; margin-left: 8px; font-size: 12px;"><span>Todos os usuários compartilham semana mais de 6 bilhões de peças de conteúdo, incluindo atualizações de status, fotos e notas.</span></li>
<li style="list-style-type: disc; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 1em; margin-left: 8px; font-size: 12px;"><span>A cada mês mais de 3 mil fotos são carregadas no Facebook.</span></li>
<li style="list-style-type: disc; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 1em; margin-left: 8px; font-size: 12px;"><span>Usuário visualizar mais de 1 milhão de fotos a cada segundo</span></li>
<li style="list-style-type: disc; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 1em; margin-left: 8px; font-size: 12px;"><span>servidores do Facebook executar mais de 50 milhões de operações por segundo, principalmente entre a camada de servidores de cache e web</span></li>
<li style="list-style-type: disc; list-style-position: initial; list-style-image: initial; margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 1em; margin-left: 8px; font-size: 12px;"><span>Mais de 1 milhão de sites aplicaram recursos do </span><span style="text-decoration: line-through;">Facebook Connect</span><span> </span><a href="http://developers.facebook.com/docs/guides/web" target="_blank">Facebook for Websites</a><span>.</span></li>
<img src="http://www.hostne.ws/?ak_action=api_record_view&id=2263&type=feed" alt="" /><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/quantidade-de-servidores-do-facebook-chega-a-60-000-e-nao-para-de-crescer/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/quantidade-de-servidores-do-facebook-chega-a-60-000-e-nao-para-de-crescer/" layout="button_count"></fb:like></span>]]></content:encoded>
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		<title>Gestor do Datacenter do Banco do Brasil e da CEF negocia parceiro de TI</title>
		<link>http://www.hostne.ws/artigos/gestor-do-datacenter-do-banco-do-brasil-e-da-cef-negocia-parceiro-de-ti/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 12:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vencedor da concorrência para a administração do Datacenter que Banco do Brasil e Caixa Econômica vão construir em conjunto em Brasília, o consórcio GBT já negocia a entrada de um novo parceiro na sociedade, com vistas à prestação do serviço de dados para terceiros. As operações no novo centro devem começar no início de 2012. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/gestor-do-datacenter-do-banco-do-brasil-e-da-cef-negocia-parceiro-de-ti/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/gestor-do-datacenter-do-banco-do-brasil-e-da-cef-negocia-parceiro-de-ti/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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</script>Vencedor da concorrência para a administração do Datacenter que Banco do Brasil e Caixa Econômica vão construir em conjunto em Brasília, o consórcio GBT já negocia a entrada de um novo parceiro na sociedade, com vistas à prestação do serviço de dados para terceiros. As operações no novo centro devem começar no início de 2012.<span id="more-2141"></span> Segundo Alteredo Gonçalves Filho, diretor-presidente do consórcio GBT &#8211; iniciais das empresas GCE, BVA e Termoeste, as negociações com esse sócio estratégico ganham mais força, uma vez que o contrato da Parceria Público Privada administrativa foi assinada nesta terça-feira, 25/5.</p>
<p>“O edital já previa a possibilidade de construção de outro bloco para ser explorado pelo consórcio e é bem provável que a gente faça isso. Mas como a expertise das empresas do grupo é em engenharia, estamos buscando parceiros entre empresas de TI”, explica Alteredo Gonçalves Filho.</p>
<p>O diretor-presidente do consórcio GBT evita entrar em detalhes sobre as conversas em andamento, mas admite que três empresas já fazem parte das negociações. “Uma delas é um grupo internacional com grande experiência, que já administra 42 datacenters pelo mundo”, antecipa.</p>
<p>O acerto está previsto para os próximos três meses, prazo para o início das obras do Datacenter conjunto do <a href="http://www.bb.com.br" target="_blank">BB</a> e da <a href="http://www.cef.gov.br" target="_blank">CEF</a>. É que o edital prevê que as obras de engenharia só podem ser feitas nesta fase – ou seja, o prédio destinado à prestação de serviço a terceiros tem que ser erguido juntamente com os demais. O contrato de construção e gestão do Datacenter é por 15 anos, que podem ser prorrogados pelo mesmo período.</p>
<p>A possibilidade de parte da capacidade do <a href="http://www.hostne.ws/category/mercado/datacenter/" target="_blank">Datacenter</a> ser ofertada a terceiros foi uma das iniciativas do <a href="http://www.bb.com.br" target="_blank">Banco do Brasil</a> para atrair interessados na disputa, vencida ainda no ano passado pelo consórcio GBT por R$ 880 milhões. A PPP só, agora, foi assinada porque a segunda colocada questionou o resultado. Na prática, essa prestação de serviços também interessa ao <a href="http://www.bb.com.br" target="_blank">BB</a> e à <a href="http://www.cef.gov.br" target="_blank">CEF</a>, uma vez que, pelas regras do edital, os bancos públicos ficarão com 10% da receita obtida.</p>
<p>Fonte: <strong><a href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=22714&amp;sid=11" target="_blank">Convergência Digital</a></strong></p>
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		<title>Inove no mercado de hospedagem de sites</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 17:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silas_i</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando li o artigo publicado pela Heloiza Camargo do blog Papo de Empreendedor, logo me veio à cabeça o mercado de hosting (hospedagem de sites). O estudo de caso que a autora cita em seu artigo, fala de um micro-empresário que foi além do que já oferecia e com isso ganhou mais clientes e consequentemente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.hostne.ws/artigos/inove-no-mercado-de-hospedagem-de-sites/" layout="button_count"></fb:like></span><fb:like href='http://www.hostne.ws/artigos/inove-no-mercado-de-hospedagem-de-sites/' send='false' layout='button_count' show_faces='true' width='450' height='65' action='like' colorscheme='light' font='lucida+grande'></fb:like><!-- boo-widget start -->
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</script>Quando li o artigo publicado pela Heloiza Camargo do blog <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br" target="_blank">Papo de Empreendedor</a>, logo me veio à cabeça o mercado de hosting (hospedagem de sites). O estudo de caso que a autora cita em seu artigo, fala de um micro-empresário que foi além do que já oferecia e com isso ganhou mais clientes e consequentemente maior lucro.</p>
<p>O mercado de hospedagem de sites tem suas semelhanças, no artigo, a autora cita que em uma mesma rua há vários utilitários que vendem lanches, no mercado de hospedagem de sites a oferta é semelhante, qualquer pessoa pode sair vendendo planos de hospedagens por preços baixíssimos, <a href="http://www.hostne.ws/mercado/analise-do-mercado-de-hospedagem-de-sites-no-brasil/" target="_blank"><strong>mesmo com muito espaço para crescimento deste mercado</strong></a>, é preciso inovar para crescer dentro dele e oferecer serviços de qualidade.</p>
<p>Leia abaixo o artigo na íntegra (retirado sem qualquer alteração do <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/prestar-atencao-no-cliente-ajuda-a-inovar/" target="_blank">site</a> do autor)  e analise seus atuais clientes, tente obter a maior quantidade possível de informações sobre cada um deles e crie um diferencial. O interessante é que o empresário do artigo não se preocupou em como conseguir mais clientes, ou conquistar os clientes de seus concorrentes, mas sim criou um novo diferencial para os seus atuais clientes, com isso, conseguiu outros clientes.</p>
<p><strong>Título Original: Prestar atenção no cliente ajuda a inovar- <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/prestar-atencao-no-cliente-ajuda-a-inovar/" target="_blank">Link Original</a><br />
</strong></p>
<p>Podemos pensar que uma Kombi de lanches rápidos &#8211; cachorro quente,  hambúrguer e misto quente &#8211; localizada numa rua com mais alguns  concorrentes dificilmente vai conseguir se destacar das demais. Afinal,  os produtos servidos e os preços são parecidos.</p>
<p>Vendo que essa homogeneidade talvez fosse prejudicar o seu negócio,  um carro de lanches que fica em frente a uma grande empresa de call  center paulistana decidiu que, se não podia inovar muito no tipo de  sanduíche vendido, o faria na forma de pagamento.</p>
<p>Primeiro veio o desconto para os funcionários da call center: 10% na  compra de qualquer lanche, mediante, é claro, a apresentação do crachá.  Depois começou a aceitar cartões de débito, de duas bandeiras famosas, e  de vales refeição nas compras acima de R$ 5,00.</p>
<p>O resultado dessas ações foi o aumento de clientes. Nos intervalos  entre um turno e outro e no horário do almoço, uma grande fila se forma  em frente à Kombi, comandada por dois senhores de aproximadamente 50  anos.</p>
<p>A concorrência, formada por mais três utilitários na mesma calçada,  não quis ficar para trás. Dois deles passaram a aceitar o vale refeição,  mas o combo de cartão de débito e desconto para funcionários nenhuma  delas alcançou.</p>
<p>A dica que fica, então, é que mesmo num ramo em que a inovação  parecia não ser possível, uma dupla de empreendedores sensíveis o  suficiente para perceber os anseios de seus clientes (o dinheiro que os  funcionários da empresa recebiam para o lanche era feito na forma do  cartão de vale refeição, por exemplo) conseguiram se destacar e ao mesmo  tempo satisfazer os consumidores.</p>
<p>Fonte: <strong><a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/inovacao/prestar-atencao-no-cliente-ajuda-a-inovar/" target="_blank">Papo de Empreendedor</a></strong></p>
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